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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Estratégia de poupança para férias - low tek

 

Há dias, nas minhas leituras, cruzei-me com uma estratégia muito descomplexada de utilizar as poupanças para férias, que consistiam em viajar de carro pela Europa e acampar.

O casal (um dos nossos capitães de Abril e esposa), fazia a sua poupança durante o ano e depois dividiam o dinheiro em dois envelopes.

Iam para a estrada e viajavam até acabar o dinheiro do primeiro envelope. O que tivesse no segundo envelope, era para a viagem de volta.

Genialmente simples.

 

E isto é o tipo de coisas que me diverte... ;)

É economia, estúpido! - O PIB

O título ilustra uma espécie de estado de espírito (meu), que está a associado à minha consciência da falta de conhecimentos básicos de economia, essenciais para ser uma cidadã informada. 

 

Por isso, sinto um especial deleite quando, leio algo que faz encaixar todas as peças do puzzle:

 

 Uma grande parte do problema que hoje enfrentamos é facto de o nosso sistema económico dominante valorizar o crescimento enquanto objectivo per se, acima de tudo o resto. É por isso que usamos o produto interno bruto, ou PIB, como bitola de sucesso. Contabiliza o sucesso. Contabiliza o valor dos produtos e serviços produzidos num país todos os anos. Mas deixa de fora algumas vertentes da realidade que são verdadeiramente importantes. Para começar o PIB não contabiliza a distribuição desigual e injusta da riqueza nem tem em conta o quão saudáveis, satisfeitas e realizadas as pessoas são.
É por isso que o PIB de um país pode continuar a aumentar a um bom ritmo de 2 a 3 por cento e os rendimentos dos seus trabalhadores não subirem de todo durante esse mesmo período de tempo - a riqueza fica retida num determinado ponto do sistema. 

A História das Coisas - Annie Leonard

 

A título de curiosidade a expressão "É economia, estúpido!" tem uma historia própria, se vos apetecer procrastinar.

Descontos & Mamã a riscar carros como gente grande

Primeiro fui eu, que distraída a conversar com a minha mãe, raspei um carro estacionado. Depois de uma trabalheira para localizar a proprietária (liguei para a seguradora que está no selo do seguro e fiquei a ouvir música tempos infinitos), ela concluiu que era mais um risco a juntar á colecção e que o dano era facilmente reparado polindo.

 

Hoje, foi a minha mãe que abriu a porta com tanta força que foi bater no carro ao lado. Lá vou eu outra vez atrás de donos. Desta feita, através do intercomunicador do supermercado.

Outro que iria ver se não resolvia polindo o risco (menos do que me pareceu inicialmente, confesso).

 

Ambos louvaram a honestidade. Confesso que isso causou-me tristeza. É este o ponto a que chegamos? Elogios por não seremos desonestos? Não deveria ser essa a regra mais elementar de viver em sociedade?

 

Já agora. Alguém já foi ao mecânico/pintor para polir o carro/parte do carro? Isso é coisa para ficar caro? 

Não é para mim, é para uma amiga. ;)