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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Drones em casa, Estado à porta

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Se têm um drone em casa, toca a ir buscar a balança da cozinha porque, se ele tiver mais de 250 gramas, terá de ser registado junto da junto da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

 

 

Irão ainda necessitar de seguro de responsabilidade civil. 

 

E claro, taxas e taxinhas (ainda não há valores) que, a meu ver, são contraproducentes num momento em que o objectivo é normalizar o registo destes aparelhos.  

 

Provavelmente, haverá informações actualizadas, em breve, na página www.voanaboa.pt

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Vai ser possível voltar ao mercado regulado de electricidade

Hoje, na maratona de votações, da Assembleia da República, foi aprovada uma proposta de lei que irá permitir que, quem tenha saído para o mercado livre, possa voltar às tarifas do mercado regulado. 

 

Para a medida entrar em vigor, será ainda necessária a publicação de uma portaria.

 

Certamente uma boa notícia, até porque, mesmo que desejem permanecer no mercado livre, acredito que fará as empresas a incrementarem as ofertas de captação/manutenção de clientes.  

 

Há por aqui alguém que tenha optado pelo mercado livre? Está a ser uma boa ou má experiência?

 

Notícia Público

 

 

A promessa da consolidação de créditos como estratégia para o crime

Já perdi a conta à quantidade de anúncios, a negócios de consolidação de créditos, que recusei, neste blog. Vários, recusei múltiplas vezes. 

Não será novidade para vós que se fujo a sete pés de créditos pessoais ao consumo, fujo a 14 de quaisquer coisa que seja relacionado com a consolidação de créditos.

 

Recordo-me, em particular, de um especialista em finanças pessoais que, sobre estes dizia: a forma de sair de um buraco, não é cavar um buraco maior.

 

Hoje, leio com horror, que há pessoas que, no desespero das suas dívidas, estão a recorrer a negócios ruinosos de pseudo-empréstimos, chegando mesmo a perder as suas casas. 

 

O esquema é explicado na notícia do jornal O Público, em que se pode ler que a Procuradoria-Geral da República (PGR) esclarece que as vítimas, cujo universo não é possível quantificar, “podem apresentar queixa em qualquer departamento do Ministério Público”, que existe em todos os tribunais de comarca, ou enviá-las para os seus serviços centrais. Para a apresentação destas queixas não é necessário a contratação de advogado e será o Ministério Público, se encontrar fundamento para isso, a abrir um inquérito-crime contra a entidade financeira.