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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Eliminei mais uma despesa e ganhei mais €20/mensais

Depois de algumas reservas, optei por terminar mais uma despesa (cerca de €20.00 mensais): pacote net+voz. 

A net, velhinha ADSL (dentro de casa com WIFI) tem-se mostrado cada vez mais incapaz de lidar com as potentes fibras que me rodeiam. Resultado, há dias que pára de funcionar. Os serviços técnicos tentam mudar de "canal" mas sem grandes melhorias. Aliás, tenho mais "barrinhas" (força do sinal) vindas das casas dos vizinhos que do meu router. 
Assim, decidi render-me à internet da casa dos meus pais (onde tenho passado a generalidade do tempo e que posso partilhar).
E foi assim que optei por terminar também com o telefone fixo e substituí-lo por uma solução intermédia - vodafone casa - em que mantenho o número fixo, mas sem assinatura mensal. Funciona com um cartão que pode ser colocado num qualquer telemóvel (julgo conseguir arranjar um desactivado).
Um outro benefício é o fim dos imensos fios junto ao telefone e router. 

E assim fico com mais €20.00 mensais no meu orçamento.
 A primeira mensalidade vou gastá-la numa maluquice (ainda não decidi o que será). 
As restantes mensalidades serão alvo de transferência automática para a minha poupança respeitante às obras da casa. É que para mudar um telhado é preciso MUITA poupança.

Estamos em festa!!!!

 

"ontem consegui pagar um dos créditos que me vinha a massacrar o orçamento todos os meses, foi uma sensação de realização tão boa" 

 

A L. consegui terminar uma dívida e está mais livre. 

 

Hoje é dia de FESTEJOS!!!!

A importância de um fundo de emergência

De acordo com a Eurostat (Pordata) 35,9% da população portuguesa não tem capacidade para assegurar o pagamento de despesas inesperadas. A percentagem refere-se a dados de 2012, sendo que em 2004 era apenas 19,5%.

 

Fazer um fundo de emergência foi das mais importantes estratégias de poupança que utilizei. Impedia que voltasse a recorrer ao cartão de crédito (com custos acrescidos) para pagar as despesas inesperadas, que na realidade, são tão certas como a morte.

 

Um fundo de emergência pagará aquela avaria do carro, o electrodoméstico que avariou, o período de baixa médica, um período de desemprego. Tudo dependerá da necessidade e do tamanho do fundo de emergência.

 

 

Um especialista financeiro dizia que 90% das emergências podem ser cobertas com um fundo de emergência de 1000 dólares (cerca de 740 euros). Eu diria que um fundo de emergência começa-se com um pouco de cada vez:

 

- se puder, tire imediatamente uma parcela do salário para o fundo de emergência (pode ser 5%, 10%, uma quantia certa... o que puderem); não ter o dinheiro acessível no saldo da conta, ajuda-me a controlar gastos;

 

- pense numa despesa que ainda consegue cortar (para mim foram os almoços no trabalho em que substituí a restauração pela marmita e os lanches por uma termos; foi a forma mais rápida que encontrei de poupar rapidamente uma elevada quantia de dinheiro);

 

- crie um envelope para um gasto que quer cortar, o dinheiro que sobrar no envelope reforçará o fundo de emergência.

 

-  venda artigos usados e sem utilidade;

 

- tente cortar uma despesa fixa (plano de telemóvel, televisão paga, ...; eu cortei em ambos e tenho um plano de chamadas sem carregamentos obrigatórios e em que pago €0.35 mal faça a 1ª chamada do dia [é um desincentivo] e cortei a TV cabo ).

 

 

No blog encontrarão diversos textos sobre o fundo de emergência (o meu e outros), bastará utilizar a caixa de pesquisa.

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