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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Correspondência com um empreiteiro - assumir os erros

Durante o processo de realizar os orçamentos, eu insisti com todos os profissionais que era para substituir todos os barrotes de telhado. Quando mencionavam a possibilidade de ir lá cima levantar  telhas para confirmar, eu insistia que não era necessário, que tinha certeza.

 

A minha certeza estava sustentada na palavra de um amigo da família, empreiteiro, que conheci a vida toda e que sempre me ajudou quando precisei. 

 

Isso foi-me dito há muitos anos - talvez mais de 10. E agora pergunto-me se ele disse os barrotes ou qualquer outra parte de madeira (a parte superior que sustentava o cume, com efeito apodreceu e foi isso que deu a impressão de telhado abatido). Eu associei a barrotes?

 

Em suma, os barrotes não precisam de ser substituídos, a não ser que eu queira trocar o velho pelo novo. E como acredito mais na durabilidade de pinho de 120 anos, que na madeira nova, fico-me pelo velho. 

 

Estavam preparados para colocar os barrotes novos, até porque são mais direitinhos e é mais fácil colocar a restante estrutura.

Fui eu que contactei o empreiteiro no sentido de não o fazerem. E eu, assumo os meus erros, nomeadamente o custo de todo o material já encomendado - os barrotes, a alocação de pessoal, um orçamento acertado para uma obra global (que eu renegociei). 

 

Ganho em tempo de execução de obra e numa consciência limpa.

 

Quem sabe se o empreiteiro não tem também a consciência de abater qualquer coisa ao preço global ou se a venda dos barrotes me dá qualquer coisa.

 

Ainda não sei como acaba esta história. Seja como for, sinto-me conformada com o resultado, seja ele qual for.

Correspondência com um empreiteiro # 5 (final)

Reunião. 

Confrontamos os pontos, um a um e assim. O empreiteiro consultou a página da Leroy Merlin, ainda incrédulo de que se tratava do mesmo material e àquele preço. 

 

Em suma:

- redução para 70 m2 de tudo;

- placas inicialmente a €20/m2 passam para €11/m2;

- sub-telha de €25 para €18.

 

Isso bastou que os iniciais €7600 passassem para €5530. Mais de €2.000 de poupança ( + IVA).

 

Até esta data, nunca tinha questionado os preços que me apresentavam em serviços desta natureza. Mas fico com a sensação que, como em tudo, é preciso comparar e fazer figas para que tenhamos sorte na escolha.

 

Naturalmente que recomendo ajudar a sorte:
- recorrendo a profissionais com seguro;

- recorrendo a profissionais com os seus trabalhadores segurados;

- solicitando orçamentos detalhados com descrição dos materiais e suas características;

- solicitando facturas que comprovem os serviços e materiais contratados.

 

E comparando, não só pela questão do preço, mas também pela informação, em especial se têm algum problema que desejem resolver, que vos vai sendo dada pelos diferentes profissionais.

No meu caso, essa informação, ajudou-me a decidir-me por uma solução para um problema que todos referiram ser condensação: substituir uma tinta lavável por outra mais "respirável".

Correspondência com um empreiteiro # 4

Boa tarde Sra Cristina,
Eu achava melhor uma reunião para acertar esses detalhes.
Cumprimentos 
 

 

(Continua)

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