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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Futuro incerto

O final de 2017 não foi muito agradável e voltei a debater-me, novamente, com as ansiedades do costume que, na realidade, se situam no futuro: reforma, doença, desemprego.

 

Como não posso prever o futuro (ou controlá-lo), tento concentrar-me no que está a acontecer agora. Infelizmente, a resolução não significa que a ansiedade se evapore.

 

Até finais de Fevereiro, quero concentrar-me no presente:

- reparações que a casa necessita (o raio da parede por arranjar);

- reforma (o que posso fazer agora para melhorar as minhas perspectivas);

- saúde (marcar consultas que estão em falta; implementar hábitos);

- fundo de emergência;

- inspecção do automóvel

- destralhar a casa. 

Holly Butcher

Aposto que leram o título e pensaram... quem? O que precisam de saber, por mim, é que Holly Butcher tinha 27 anos, quando morreu com cancro, há 5 dias atrás.  

 

O resto, deixo para as suas palavras, que tentei traduzir, espero que sem cometer graves erros. 

 

Um pouco de conselhos de vida da Hol:

É estranho perceber e aceitar a mortalidade aos 26 anos de idade. É apenas uma dessas coisas que ignoras. Os dias passam e tu esperas que eles continuem a chegar, até o inesperado acontecer. Eu sempre me imaginei envelhecer, com rugas e cabelos brancos - provavelmente causados pela linda família (muitas crianças), que planeei construir com o amor da minha vida. Eu quero tanto isso que dói.

É isso a vida: é frágil, preciosa e imprevisível e cada dia é um presente, não um direito.

Tenho 27 anos agora. Eu não quero ir. Eu amo minha vida. Estou feliz .. Eu devo isso aos meus entes queridos. Mas o controle está fora de minhas mãos.

(...)

Eu só quero que as pessoas parem de se preocupar tanto com os pequenos stresses sem sentido e tentem lembrar-se que todos nós temos o mesmo destino, depois de tudo. Assim, faz o que puderes para sentir que o seu tempo vale a pena e é óptimo, menos a porcaria.

(...)

 

 

4 grupos de presentes - uma boa ideia para todo o ano

 

Ainda a propósito de presentes, estive a pensar noutra ideia que ouvi e li em vários podcasts e blogs americanos, que eles utilizam para limitar o número de presentes que dão aos filhos. 

 

Poderá ser, por exemplo, uma boa solução para a constante pergunta dos parentes, sobre ideias para os presentes das crianças (acabei de fazer essa pergunta a uma mãe).

 

A regra dos 4 presentes é: 

1) Algo que ele/a deseje;

2) Algo que ele/a necessite;

3) Algo para vestir;

4) Algo para ler.

 

Parece-me uma excelente ideia, não só para diversificar os presentes, mas até para conseguir imprimir a alguma sensatez ao avolumar de brinquedos descartáveis, que uma boa parte da criançada agora tem. 

 

P.S. - Eu sou a tia dos livros.

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