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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

A promessa da consolidação de créditos como estratégia para o crime

Já perdi a conta à quantidade de anúncios, a negócios de consolidação de créditos, que recusei, neste blog. Vários, recusei múltiplas vezes. 

Não será novidade para vós que se fujo a sete pés de créditos pessoais ao consumo, fujo a 14 de quaisquer coisa que seja relacionado com a consolidação de créditos.

 

Recordo-me, em particular, de um especialista em finanças pessoais que, sobre estes dizia: a forma de sair de um buraco, não é cavar um buraco maior.

 

Hoje, leio com horror, que há pessoas que, no desespero das suas dívidas, estão a recorrer a negócios ruinosos de pseudo-empréstimos, chegando mesmo a perder as suas casas. 

 

O esquema é explicado na notícia do jornal O Público, em que se pode ler que a Procuradoria-Geral da República (PGR) esclarece que as vítimas, cujo universo não é possível quantificar, “podem apresentar queixa em qualquer departamento do Ministério Público”, que existe em todos os tribunais de comarca, ou enviá-las para os seus serviços centrais. Para a apresentação destas queixas não é necessário a contratação de advogado e será o Ministério Público, se encontrar fundamento para isso, a abrir um inquérito-crime contra a entidade financeira.

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