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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diz-me com quem andas (I)

Pensem no seguinte exemplo: duas pessoas saem para fazer compras; uma entra numa loja e paga com cartão de crédito, a outra diz ao comerciante para colocar na sua conta, que pagará no final do mês.

 

 

Qual é a vossa primeira impressão sobre cada uma das pessoas?

 

Ambas as pessoas estão a utilizar a respectiva forma de pagamento porque só conseguem pagar quando receberem o salário, mas ambas pagarão pontualmente, sem qualquer problema.

 

Foi assim que as imaginaram? Ou que a primeira tinha mais dinheiro que a segunda? Qual foi a primeira impressão que criaram em relação a cada pessoa?

 

A minha questão é: a sociedade normalizou a utilização do crédito para pagamentos habituais. As instituições de crédito para isso trabalham: criam descontos, incentivos...

O problema é que corremos o risco de interiorizar a normalidade como pagar pontualmente todas as suas contas, sejam estas correntes ou decorrentes de dívida.

 

Recentemente, a ouvir um podcast, é mencionado como mudar o ambiente, as pessoas com que conversamos, poderá fazer mudar isso, esse sentimento de normalidade.

Ao mudarmos o nosso grupo de referência, podemos estar a mudar a nossa perspectiva de vida.

Com efeito, é muito diferente viver circundada por pessoas que fazem muito consumo com cartão de crédito, incentivando-nos a consumir como elas (comprando telemóveis ou férias, por exemplo) e viver circundada de pessoas que têm como objectivo poupar para reforma e para uma vida mais desafogada, livre de dívidas.

 

Por isso, obrigada por continuarem por aqui.

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