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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Dia Mundial do/a Doador/a de Sangue

As boas notícias são que as nossas reservas de sangue estão estáveis. As más notícias é que as dádivas estão a diminuir e há menos novos dadores.

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Demorei muito tempo a arranjar coragem - sou uma medricas com agulhas - mas é daquelas coisas que uma pessoa se habitua e depois custa não poder continuar.

 

Ainda por cima, as equipas de recolha nos autocarros (a minha experiência) tornam a coisa muito agradável: ar condicionado, simpatia, um Compalzinho, qualquer coisita para comer...

No meu caso, ainda com elogios acrescidos ás minhas veias. Para onde quer que vá, todas as técnicas e enfermeiras adoram as minhas veias... eu nem queria tanto, confesso. 

 

E, digo-vos já, que as minhas finanças pessoais também têm sentido falta da isenção total de taxas moderadoras. ;)

Portal do Serviço Nacional de Saúde - Área do Cidadão

Nos últimos tempos, assistimos a um crescente de aplicações web para serviços públicos. Já vamos ficando mais habituadas/os com as finanças, mas na saúde também existem.

 

Aqueles que utilizo com mais frequência é são: marcação de consultas, pedidos de esclarecimentos e impressão de receitas.

 

Como a minha mãe necessita de renovar as receitas de medicamentos com frequência, poupa-me imenso tempo não ter de a ir levantar.

Quando a médica as emite, recebo uma sms no telemóvel e as receitas ficam disponíveis no portal, para impressão. Na verdade, basta mostrar as sms na farmácia para aviar as receitas. 


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O nosso sistema nacional de saúde

Nos últimos dias tenho lido e ouvido muito sobre o sistema de saúde nos EUA, por razões óbvias. Não posso deixar de pensar que felizmente estamos muito melhor. 

 

Ontem, fiquei a saber que o Texas tem o maior índice de mortalidade materna dos mundo desenvolvido; que a mesma duplicou depois de terem cortado o financiamento a clínicas de medicina pré-natal (que no fundo servem os mais pobres, que não têm acesso a seguro de saúde ou que não podem incluir essa cobertura, por causa do aumento no prémio).

 

 

As mortes duplicaram em 2011-2012, o que é absolutamente chocante. Os únicos países com semelhantes aumentos nesse período foram o Afeganistão, República do Botswana e a República de Chade. (fonte)

 

Daqui retiro a lição de que, devemos sempre resistir a cortes na saúde. É que no final, parece que acabamos por pagar com a vida.