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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

A recuperar dinheiro perdido: Fundo de Emergência

Sinto-me como se tivesse voltado atrás no tempo. Há cerca de 1 ano, falava em recuperar o meu fundo de emergência, que tinha €1000. E aqui estou eu novamente.

 

Neste momento, o meu fundo de emergência tem apenas €510. Isto porque vendi um serviço de louça e poupei TODO o valor da venda. Também passei a considerar o fundo de emergência como uma dívida, com uma prestação mínima de €20.

 

Criei uma transferência automática de €20 para a conta-poupança do fundo de emergência e qualquer quantia que sobre no final do mês, é para lá encaminhada (uma espécie de orçamento zero).

 

Por isso, neste momento devo €490 ao fundo de emergência e, a não ser que haja alguma despesa surpresa, conto reforçá-lo no final do mês. Adoro meses curtinhos :)

Pagamento de dívidas

"Se a nossa rede de circuitos emocional (...) percebe uma ameaça imediata, inunda-nos com hormonas, como o cortisol e a adrenalina, que nos preparam para atacar ou correr. Mas isso não acontece quando ouvimos falar de potenciais perigos que surgirão nos anos ou séculos vindouros"... "Passa-se o mesmo com a nossa saúde, ou com as poupanças para a reforma."

 

Foco - Daniel Goleman

 

Os últimos dados do Gabinete de Protecção Financeira (GPF) da Deco [notícia no Público] são verdadeiramente assustadores.

Não só a percentagem da dívida, em relação aos rendimentos subiu, como há "casos de famílias que já não conseguem pagar empréstimos recentes, contraídos em 2018".

 

Considerando que todos os dados apontam para uma nova crise económica, a palavra de ordem é terminar com todas e quaisquer dívidas que possamos ter nas nossas costas.

 

Quando comecei o blog foi precisamente por sentir que era um peso absolutamente impossível (como iria pagar se tivesse de ir para casa para cuidar da minha mãe?). Quando paguei a última tranche da minha dívida, nunca mais voltei atrás.

 

Posso andar a contar tostões no final de cada mês, mas não tenho de me preocupar com dívidas. Apenas isso já é uma paz de espírito considerável.

 

Por isso, se têm dívidas de crédito ao consumo, o plano é eliminá-las completamente e rapidamente. 

 

Porque ter dívidas não é normal!

 

1º Passo -  Responder às seguintes questões:

Quanto devo no total?

Somar todas as dívidas de credito pessoal (manter de fora o crédito à habitação)

Como está distribuída a dívida?

Fazer uma lista de todas as dívidas: a quem deve, o que pagou, o valor da dívida, o valor da prestação mensal, o valor dos juros, os custos extra (especialmente quando se trata de cash advance), ...

Empatia e generosidade

Se formos pobres, dependemos das boas relações com os amigos e a família, a quem poderemos recorrer para nos ajudarem - por exemplo, para tomarem conta do nosso filho de quatro anos até voltarmos do trabalho. Os que têm poucos recursos e fraca estabilidade "precisam de depender das pessoas", explica Dacher Keltner, psicólogo da Universidade da Califórnia de Berckley.

Assim os pobres são particularmente atentos às outras pessoas e as suas necessidades.

Os ricos, por outro lado, podem comprar a ajuda - pagar a um centro de ocupação de tempos livres ou mesmo a uma ama. Tal significa, defende Keltner, que as pessoas ricas se podem dar ao luxo de prestar menos atenção às necessidades das outras pessoas e, desse modo, de lhes darem menos atenção.

Foco - Daniel Goleman