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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

Descontos, 17.10.19

Diz o Pordata que o limiar do risco de pobreza é o "limite abaixo do qual se considera um rendimento baixo em comparação com o rendimento de outros residentes no país, não implicando necessariamente uma situação de pobreza."

 

Porém, há um dado que aponta, inequivocamente para uma situação de pobreza: a taxa de privação material severa.

Existe privação material severa quando existe uma  "forte carência de pelo menos quatro dos nove itens de privação material na dimensão da «pressão económica e bens duradouros».

 

Os nove itens a considerar são:

1) atraso no pagamento de hipotecas ou pagamento de rendas, contas de serviços de utilidade pública, compras a prestações ou outros empréstimos;

2) capacidade para pagar uma semana anual de férias fora de casa;

3) capacidade para pagar uma refeição que inclua carne, frango, peixe (ou equivalente vegetariano) de dois em dois dias;

4) capacidade para enfrentar despesas financeiras inesperadas [quantia fixa correspondente ao limiar nacional mensal de risco de pobreza do ano prévio = €467 (2017)];

5) o agregado não pode pagar um telefone (incluindo telemóvel);

6) o agregado não pode pagar uma televisão a cores;

7) o agregado não pode pagar uma máquina de lavar;

8) o agregado não pode pagar um carro; e

9) capacidade do agregado para manter a casa adequadamente aquecida.

 

Os nove pontos (uns mais que outros) são uma interessante perspectiva para analisar as nossas finanças pessoais.

Por exemplo, o ponto 4 destacou-se por ser um excelente objectivo para um fundo de emergência.

 

Alguns números, de acordo com o Pordata, reportados ao ano de 2017:

Taxa de risco de pobreza após transferências (benefícios/subsídios) sociais: 17,3% da população. Essa percentagem sobe para 26,1% se se tratar de uma pessoa solteira, sem crianças. E se for um adulto com uma criança dependente, estamos a falar de 28,3% em risco de pobreza.

Finalmente, 31% dos agregados familiares com 2 adultos e pelo menos 3 crianças dependentes, estavam em risco de pobreza, em 2017.

 

Em 2018, 6% da população vivia com privação material severa. Mais de 600 mil pessoas.

Sou uma influenciadora?

Descontos, 15.10.19
Influenciadora
adjectivo feminino
Que ou quem influencia ou tem alguma espécie de influência sobre algo ou alguém.

"influenciadora", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/influenciadora [consultado em 15-10-2019].
 
Sempre que leio/ouço a expressão "influenciadora digital", confesso que associo a alguém com um terço ou metade da minha idade a promover maquilhagem ou roupas no Instagram.
 
Porém, estive a ouvir um incrível podcast sobre como somos influenciados socialmente, inclusive na forma como gastamos dinheiro.
 
Olhamos para as referências que nos rodeiam, passando a ser o nosso registo, a nossa base de comparação para onde deveríamos estar na nossa vida, o que deveríamos ter, o que deveríamos fazer.
 
O problema é quando as nossas referências nos chegam de uma fonte enviesada, como são as redes sociais.
 
Como exemplo, falou-se de uma lotaria na Alemanha, em que vencem todas as pessoas que tenham comprado um bilhete, e que vivam em determinado código postal (é esse que é sorteado).
 
Imaginem viver numa rua premiada e serem uma das pessoas que não comprou um bilhete, a ouvirem os vizinhos a celebrar, a pensar no que perderam. Vão à padaria ou ao café e todos discutem animadamente onde vão gastar o seu dinheiro.
 
Ora, um estudo científico concluiu que, nessa zona premiada, o consumo de carros aumenta.
 
Claro que facilmente se compreende que os vencedores aproveitem para comprar um carro novo. Mas o extraordinário é, que o consumo de novos carros aumenta também entre os vizinhos dos vencedores, que não tinham comprado um bilhete e que, por isso, não foram premiados.
 
Se assim é, eu espero sinceramente ser uma influenciadora, quando escrevo sobre poupar os meus cêntimos, remendar os buracos nas minhas meias ou pintar a porta da minha casa de banho.
 
Mas nunca numa perspectiva negativa, de perfeição inatingível e paralisante, a que nunca chegarão.
 
Mas antes, como uma imperfeita, mas ascendente caminhada que podemos fazer juntos, com pequenos mas seguros passos para uma vida melhor.
 
Se não podemos evitar ser influenciados, que pelo menos saibamos ser críticos em relação às nossas influências.
 
Uma coisa é certa, se acham que sou influenciadora por ter um blog, ficam sabendo que as minhas maiores influências são os comentários que vou lendo por aqui, com dicas e estratégias diversas das minhas, que as acrescentam ou até melhoram.
 
 
Podcast:
 
Estudo:
 

Dia mundial de lavar as mãos - época das gripes

Descontos, 15.10.19

Texto originalmente publicado em 05.01.18, com alterações

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Como apanhamos gripe?

A forma de contágio da gripe sazonal é semelhante à Gripe A: se os nossos olhos, boca ou nariz ficam expostos a gotículas respiratórias de doentes infetados com gripe, podemos contrair a doença. Mas isso só acontece se estivermos a menos de um metro de um doente que expele as gotículas e, nesse caso, é preciso mais de uma hora de exposição para a infeção se tornar efetiva. Já o mesmo não acontece, se o doente espirra ou tosse diretamente para cima de nós. Uma forma indireta de contágio surge quando tocamos em superfícies ou objetos onde há gotículas infetadas e depois as levarmos à boca, ao nariz ou aos olhos. Não há transmissão através da água ou dos alimentos.

 


 

Evitar os serviços de urgência (estão cheios de doenças)

 

A arma nº 1 é água + sabão: lavar as mãos com frequência, quando estamos fora de casa e podemos tocar em objectos (por exemplo puxadores de porta) infectados.  E claro, evitar pessoas infectadas.

 

Depois temos a linha www.saude24.pt, para aconselhamento telefónico, que encaminhará para o serviço de saúde mais adequado.

 

Vacinas

 

Se ainda não tomaram a vacina da gripe, recomendo.

Desde que comecei a tomá-la, por causa da minha mãe, estou uma convertida. Acabaram as gripes "de caixão à cova".

Não poderia ser mais fácil: mando um email para o posto médico a pedir a emissão da receita e peço para enviar para o telemóvel. Depois só preciso de ir à farmácia, que tem enfermeira e que a aplica gratuitamente.

Não esquecer que a emissão da receita pode ter custos (consulta não presencial). Em regra, eu pago essas emissões quando vou lá para uma consulta.

 
Recordo que a vacina é gratuita para maiores de 65 anos.

 

 

Medicamentos em casa

 

O que aprendi é que cada gripe/constipação é diferente. Uma ataca mais o nariz, outra a garganta. O importante é utilizar o medicamento com o princípio activo mais indicado para esse problema, em vez dos anti-gripais cuja composição pode ficar aquem das necessidades e que podem ter ingredientes "estimulantes" (por exemplo cafeína) que apenas mascaram os sintomas. 

 

Assim, o que fiz foi questionar o meu médico quando aos medicamentos que deveria ter em casa para um SOS constipação/gripe: paracetamol, anti-histamínico de 2ª geração (não provoca sonolência) e spray nasal (água de mar).

 

 

Há um texto muito divertido sobre a gripe e o sabão azul e branco.

Já tem 10 anos, mas ainda não perdeu a graça e a actualidade.

Insatisfação

Descontos, 09.10.19

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Porque voava o seu espírito inquieto para esse vazio, como se fosse a única razão que tornava a sua vida completamete feliz? Julgo que sucede o mesmo a todos os homens e mulheres, que chegam à meia idade sem a percepção clara de que a vida nunca pode ser inteiramente feliz. Na vaga tristeza das horas cinzentas, o insatisfeito procura uma causa precisa, e encontra-a na privação de um bem que nunca lhe foi dado a gozar (...)

in Silas Marner, George Eliot (pseudónimo de Mary Ann Evans)

Eu já votei

Descontos, 06.10.19

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Hoje é dia de votar. Ficar em casa não é uma opção.

 

Eu votei com a consciência de que o que apresento aqui, uma série de acções individuais para atingir a paz financeira não é, nem o ideal, nem suficiente.

 

Metade dos nossos salários vai para o Estado, para que este cumpra funções de protecção de todos nós: social, saúde, segurança, educação.

 

Mas a nossa responsabilidade é votar nos titulares dos órgãos que deverão cumprir as suas funções.

 

Quem fica em casa, é quem elege os trumps desta vida.

Dia Mundial do Sorriso

Descontos, 04.10.19

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Existe suporte científico para a ideia que sorrir (e naturalmente que o rir) mesmo que forçadamente, tem efeitos positivos na nossa mente.

 

Onde fiquei a saber isso? Num livro de um economista, que por sinal é prémio Nobel da Economia. Estranho? Pensar: Depressa e Devagar, de Daniel Kahneman* é um trabalho fantástico sobre a psicologia e o nosso processo de tomada de decisões. 

 

Nos diversos capítulos, vai resumindo os estudos que foram sendo feitos e que consubstanciam algumas das conclusões actuais sobre como o nosso cérebro funciona. 

 

Num dos estudos, foi pedido ao grupo de pessoas que colocassem um lápis na boca, de forma a activar os mesmos músculos que utilizamos para sorrir, sem desse facto avisar as pessoas. A um outro grupo, tal não foi pedido. Perante os mesmos desenhos humorísticos, o grupo que tinha o lápis na boca classificou-os como mais engraçados, que o grupo que não tinha o lápis na boca. 

 

Ou seja, o nosso cérebro não se limita a fazer-nos sorrir quando vê algo engraçado; ao activarmos os músculos "do sorriso", o cérebro dá-nos o bem-estar associado ao prazer. 

 

Por isso, em caso de dúvida, o melhor é sorrir.

Leitura grátis, de um livro da biblioteca municipal.

Identificação obrigatória dos cães, gatos e furões

Descontos, 04.10.19

O Decreto-Lei n.º 82/2019 de 27 de junho, estabeleceu as regras de identificação dos animais de companhia, tendo criado o Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC).

 

A posse ou detenção de animal por qualquer pessoa, que não se encontre identificado constitui uma contraordenação punível com coima cujo montante mínimo é de 50 euros.

 

Passa assim a ser obrigatória a identificação dos cães, gatos e furões (identificação do animal, a sua titularidade ou detenção e ainda a informação sanitária obrigatória).

 

O SIAC integrará os registos dos animais de companhia inscritos no Sistema de Identificação e Recuperação Animal (SIRA) e os registos dos animais de companhia inscritos no Sistema de Identificação e Registo de Caninos e Felinos (SICAFE), criando-se assim única base de dados.

 

Para esse registo, é devida o valor de 2,50(euro) por animal, para o biénio 2019 e 2020. Essa taxa não inclui os serviços veterinários relacionados com a colocação do chip.

 

Quem tiver cães nascidos antes de 1 de julho de 2008 (não era obrigatório o registo) têm 12 meses para os registarem. Já os donos de gatos e furões terão 36 meses.

 

Os proprietários ou possuidores de animais que, apesar de terem sido marcados não tenham sido registados no SICAFE, nem tenham sido integrados no SIAC, devem, solicitar o seu registo por via de um médico veterinário acreditado no SIAC, por pessoa acreditada perante o SIAC, pela junta de freguesia ou pela câmara municipal da área de residência ou por via dos serviços da DGAV, no prazo de 12 meses.

 

Os Boletins Sanitários de Cães e Gatos, emitidos ao abrigo do Programa Nacional de Luta e Vigilância Epidemiológica da Raiva Animal e Outras Zoonoses, mantêm-se válidos e substituem, para todos os efeitos legais, o DIAC, caso contenham o registo do número de marcação do animal e os animais tenham sido corretamente registados no SIAC.

Diário das minhas finanças pessoais - Setembro

Descontos, 01.10.19

Depois de um interregno para limpar a mente e fazer alguns testes, retornei à minha zona de conforto, com registos diários e revisão semanal.

 

Cheguei ao final do mês "apenas" com as poupanças habituais e uma extra de €16.

 

E aqui podemos dividir dois grupos de pessoas:

- as que pensam que €16 é nada, nem vale a pena sair do porta-moedas e "rola" para o mês de Outubro;

- as que encaminham os €16 euros para a conta poupança do "fundo de emergência".

 

Eu não sou perfeita. Não sou um guru de finanças pessoais (DE TODO)! E irão constatar a minha falta de disciplina nas contas abaixo.

MAS, eu sou das pessoas que persiste, mesmo quando (enquanto) faz asneiras. E por isso, ainda que lenta e penosamente, vai avançado.

 

Hoje, o meu fundo de emergência, depois deste episódio, ultrapassou a primeira barreira: €100, graças aos magros €16.

 

Mantenho-me em dia para comigo mesma:

- as poupanças habituais em dia;

- zero dívida em cartão de crédito ou outro (mesmo quando uso o cartão de crédito para qualquer pagamento na internet, faço pagamentos pontuais a 100% para o manter a zero).

 

Gastos em Setembro:

€ 32.30 em restauração - Basta uns dias a não levar a marmita e lá se vai o guito.

€ 12.40 em restauração extra - Esta verba não é para poupar, é para aproveitar. Pingos e lanches com a mamã.

€ 70.38 em maluquices - Esta rubrica foi um descalabro... de livros.

E depois andei a jogar no euromilhões (€5.00/semana enquanto não saem os 190 milhões. Teria sido pior se não tivesse vendido alguns livros no OLX e ganho €10 no euromilhões.

€ 83.69 em casa - Ando a fazer melhorias no meu portátil. Comecei por um disco SSD que custou €55. Depois 2 pens, por avaria de uma que tinha. Em Outubro planeio comprar memória RAM.

Ainda aproveitei para comprar um voucher da MediaMarkt por €14.50 que vale €25.00. Era um bom investimento.

€ 90.97 em supermercado - Algumas compras seriam desnecessárias, se tivesse planeado melhor. A corrigir.

€ 56.81 em carro - Vou ter muitas saudades da poupança que andava a fazer com os vouchers da CEPSA.

€ 15 em miúdas - Para reforçar os respectivos mealheiros. :)

€ 16.00 em vestuário - Comprei uma sapatilhas usadas-novas-para-mim e um casaco de malha.

 

Espero que o vosso mês tenha corrido melhor.

Outono, aqui vou eu.

Dia Internacional do Idoso - Lei do Atendimento Prioritário

Descontos, 01.10.19

A lei já tem dois anos, mas continua a ser origem de alguns conflitos, sejam eles em instituições públicas, seja em locais privados como supermercados e farmácias (aqueles em que mais frequentemente assisti a episódios do género).

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Diz a lei (Decreto-Lei n.º 58/2016 de 29 de agosto) que:

Todas as pessoas, públicas e privadas, singulares e coletivas, no âmbito do atendimento presencial ao público, devem atender com prioridade sobre as demais pessoas:

a) Pessoas com deficiência ou incapacidade;

b) Pessoas idosas;

c) Grávidas; e

d) Pessoas acompanhadas de crianças de colo.

 

E muitas vezes, a informação que se vê nos locais de atendimento é precisamente essa, a mais sumária.

 

Mas então qualquer idoso tem direito a senha/atendimento prioritária/o?

Não,  a lei define quem aqui é o "idoso": "a que tenha idade igual ou superior a 65 anos e apresente evidente alteração ou limitação das funções físicas ou mentais".

 

E se a alteração ou limitação das funções físicas ou mentais não forem evidentes?

Nesse caso, terá de apresentar um atestado multiusos, que prove que possui um "grau de incapacidade igual ou superior a 60 %".

 

E agora uma nota pessoal:

Já ouvi/li, mais que uma vez, o argumento de que a pessoa idosa está acompanhada e por isso não deveria ter prioridade.

Porém, essas pessoas esquecem-se que o/a acompanhante é precisamente isso: alguém que está a acompanhar a pessoa idosa, não o saco de compras.

Até à data, nunca utilizei o direito à prioridade quando estava com a minha mãe (apesar de ter o atestado sempre comigo e ele ter mais de 7 anos).

 

Porém, a minha mãe tem direito a passear e fazer as suas compras como qualquer outra pessoa. E, felizmente ainda vivo num Estado de Direito que cria normas que visam criar condições para que pessoas com dificuldades várias possam fazer a sua vida com menos barreiras.

 

Se alguma vez eu usar da prioridade, quando estiver numa caixa com a minha mãe, não é porque EU não possa estar na fila, mas porque ELA não pode estar na fila. E ELA não pode ir para o carro sozinha.

 

Sabem o que penso, quando vejo/ouço esse tipo de comentários? Que a vida te devolva em dobro, aquilo desejas para os outros.

Finanças pessoais saudáveis - dentada a dentada

Descontos, 25.09.19

Há dias ouvia um podcast sobre o real efeito do exercício na perda de peso. Parece que a ciência está de acordo que não é pelo exercício que se faz, mas pelo que não se come.

 

Nas finanças pessoais é um pouco assim. Podemos ganhar muito dinheiro, mas a poupança surge quando não se gasta (pelo menos para os comuns mortais).

 

Eu sei que me dirão que aumentar os rendimentos é o ideal. É, mas para para a generalidade das pessoas é igualmente irrealista.

 

Se nas dietas temos de fechar a boca, nas finanças pessoais temos de fechar as carteiras. E como nas dietas, acções extremas podem levar a recaídas, por isso comecemos por  uma dentadinha.

 

1.

Identificar uma despesa problemática

Seja pelo valor, pela inutilidade ou apenas a que causa maior irritação.

No meu caso, eu comecei pela marmita. Eu cheguei a gastar cerca de €200/mês em almoços no trabalho. Quando percebi que tinha de poupar, foi aí que concentrei os meus esforços.

Neste momento, a minha despesa problemática são os livros.

 

2.

Come-se um elefante, com uma dentada de cada vez

Se não sabem por onde começar, concentrem o vosso foco numa única despesa.

Poderá parecer pouco e ineficaz, mas a mentalidade que desenvolverão para atacar essa despesa, irá propagar-se para outras.

 

3.

Manter um registo de despesas

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Seja numa aplicação, num computador ou num pedaço de papel, o registo diário das despesas (mesmo que apenas um tipo de despesas) é incrivelmente útil para nos obrigar a fazer uma pausa, assumir essa despesa e reflectir sobre ela.

 

Eu tenho um registo diário de todas as despesas (mas demorei quase um ano a habituar-me a registar tudo) e todas as semanas faço um cálculo do que gastei, por rubricas.

 

Não é bonito, mas é eficiente e confronta-me com os gastos excessivos.

 

Já descobriram qual é a vossa despesa a atacar?