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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

As percentagens do orçamento familiar - um testemunho

09.04.13

Olá a todos!


Ao longo dos anos tenho pensado muito na afetação dos recursos familiares e tenho a convicção de que à medida que o nosso agregado cresce, menos compromissos fixos (dispensáveis) devemos ter uma vez que a imprevisibilidade dos custos aumentam.

Tenho essa experiência. O estilo de vida de uma família com filhos nada tem a ver com o casal sem filhos ou a pessoa singular.
Para já, os gastos em eletricidade e água passa a ser difícieis de controlar pois cada um tem gestos diários diferentes por muito que se tente educar. Depois, o crescimento de cada filho encarrega-se de pedir necessidades de consumo diferentes consoante as suas aptidões, carências e até doenças.
Quando pensamos que temos tudo controlado lá vem uma despesa que nos baralha as contas...


Nos dias que correm, temos a vida estruturada da seguinte forma:

0€ de dívida (Não temos cartões de crédito por opção nem crédito ao consumo)
20% - empréstimo da casa/ seguros.
15% - poupança/ despesas extraordinárias
20% educação
20% mercearia/vestuário e calçado
10% eletricidade/água/gás
5% saúde
10% transportes

Até ao momento nunca pedimos um cêntimo a familiares graças ao esforço que temos tido. E a vida assim o permitiu.
Nunca dizemos que não às ofertas que nos têm feito: de géneros, de férias para um ou outro filho, de boleias, de casa emprestada para um fim-de-semana.
Não há receitas mágicas, somente entendimento e bom senso.
Costumo pensar que sou muito rico, porque gosto muito de tudo o que tenho apesar de não ter tudo o que gosto.
Obrigado pela paciência...

Mário

2 comentários

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    Mário 09.04.2013

    Cara ocupadíssima, Essa percentagem de 56% parece-me muito pesada, ainda por cima se refere que o ordenado é pequeno.
    Procure ajuda especializada para reverter a situação. Há sempre uma saída se mantivermos as nossas opções em aberto. Continuar assim é que é difícil.
    Vou dar 2 exemplos:
    Tenho um familiar que resolveu alugar a sua casa e ir viver para uma mais modesta... outro que foi viver temporariamente com familiares até refazer a sua "carapaça" financeira.
    Todos somos diferentes nas nossas escolhas.
    Com ajuda, vai encontrar a sua.!
    Mário
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