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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Eliminei mais uma despesa e ganhei mais €20/mensais

Descontos, 24.05.14

Depois de algumas reservas, optei por terminar mais uma despesa (cerca de €20.00 mensais): pacote net+voz. 

A net, velhinha ADSL (dentro de casa com WIFI) tem-se mostrado cada vez mais incapaz de lidar com as potentes fibras que me rodeiam. Resultado, há dias que pára de funcionar. Os serviços técnicos tentam mudar de "canal" mas sem grandes melhorias. Aliás, tenho mais "barrinhas" (força do sinal) vindas das casas dos vizinhos que do meu router. 
Assim, decidi render-me à internet da casa dos meus pais (onde tenho passado a generalidade do tempo e que posso partilhar).
E foi assim que optei por terminar também com o telefone fixo e substituí-lo por uma solução intermédia - vodafone casa - em que mantenho o número fixo, mas sem assinatura mensal. Funciona com um cartão que pode ser colocado num qualquer telemóvel (julgo conseguir arranjar um desactivado).
Um outro benefício é o fim dos imensos fios junto ao telefone e router. 

E assim fico com mais €20.00 mensais no meu orçamento.
 A primeira mensalidade vou gastá-la numa maluquice (ainda não decidi o que será). 
As restantes mensalidades serão alvo de transferência automática para a minha poupança respeitante às obras da casa. É que para mudar um telhado é preciso MUITA poupança.

A importância de um fundo de emergência

Descontos, 22.05.14

De acordo com a Eurostat (Pordata) 35,9% da população portuguesa não tem capacidade para assegurar o pagamento de despesas inesperadas. A percentagem refere-se a dados de 2012, sendo que em 2004 era apenas 19,5%.

 

Fazer um fundo de emergência foi das mais importantes estratégias de poupança que utilizei. Impedia que voltasse a recorrer ao cartão de crédito (com custos acrescidos) para pagar as despesas inesperadas, que na realidade, são tão certas como a morte.

 

Um fundo de emergência pagará aquela avaria do carro, o electrodoméstico que avariou, o período de baixa médica, um período de desemprego. Tudo dependerá da necessidade e do tamanho do fundo de emergência.

 

 

Um especialista financeiro dizia que 90% das emergências podem ser cobertas com um fundo de emergência de 1000 dólares (cerca de 740 euros). Eu diria que um fundo de emergência começa-se com um pouco de cada vez:

 

- se puder, tire imediatamente uma parcela do salário para o fundo de emergência (pode ser 5%, 10%, uma quantia certa... o que puderem); não ter o dinheiro acessível no saldo da conta, ajuda-me a controlar gastos;

 

- pense numa despesa que ainda consegue cortar (para mim foram os almoços no trabalho em que substituí a restauração pela marmita e os lanches por uma termos; foi a forma mais rápida que encontrei de poupar rapidamente uma elevada quantia de dinheiro);

 

- crie um envelope para um gasto que quer cortar, o dinheiro que sobrar no envelope reforçará o fundo de emergência.

 

-  venda artigos usados e sem utilidade;

 

- tente cortar uma despesa fixa (plano de telemóvel, televisão paga, ...; eu cortei em ambos e tenho um plano de chamadas sem carregamentos obrigatórios e em que pago €0.35 mal faça a 1ª chamada do dia [é um desincentivo] e cortei a TV cabo ).

 

 

No blog encontrarão diversos textos sobre o fundo de emergência (o meu e outros), bastará utilizar a caixa de pesquisa.

Como construir um guarda roupa sem sair do armário - II

Descontos, 21.05.14

Impunha-se que explicasse que método utilizei. Na verdade foi muito mais simples do que imaginava: tira-se tudo e o que sobrar mete-se num saco ou armário.

 

1º 

Separei as todas as peças neutras (sem decoração) para os 3 blocos de cor (seja um top ou umas calças)

 

2º Escolhi 4 peças por bloco: azul marinho, bege e vermelho (neste último, apenas 3 que já possuo)

 

3º 

Agrupei as restantes peças - apenas as peças para utilizar fora de casa - em grupos:

- calças

- tops/camisas neutros com mangas compridas

- tops/camisas neutros mangas curtas ou 3/4

- tops/camisas neutros cavedados

- tops/camisas decorados com mangas compridas

- tops/camisas decorados mangas curtas

- casacos/malhas

- jeans

 

3º 

Escolhi 4 peças que que combinassem em simultâneo com os dois neutros (azul marinho e bege): casaco sem mangas azul escuro, camisola tricotada em algodão fino, camiseiro em linho, camisola mais desportiva em castanho.

 

Escolhi os essenciais: 2 jeans, 2 tshirts e 1 sapatilhas.

 

Escolhi tops para utilizar no dia a dia: uma camisa branca, uma blusa 3/4 branca e outra em verde azeitona e uma tshirt mais casual.

 

Finalmente aloquei os acessórios aos 3 blocos de cor. 

 

 

O que ficou de fora para organizar e destralhar: roupa de andar por casa.

Como construir um guarda roupa sem sair do armário - I

Descontos, 20.05.14

Como fui adiantando nos posts anteriores, decidi "construir" o meu guarda roupa, mas sem sair do armário. Eu acabo sempre por vestir as mesmas peças, logo a minha vida ficará facilitada se retirar o que está a mais do guarda fatos ou das gavetas (ok... do cesto de passar a ferro, confesso).

 

A poupança no acto da compra também é fácil de ver, já que acaba o período de saldos em que acabamos por comprar aquela peça "tão baratinha" que acaba por não combinar com nada (ou que tu não sabes combinar - como é o meu caso).

 

Inspirada no método "Vivienne Files" e no projecto 333, construi um guarda roupa para primavera (culpa do S. Pedro) pelo que terá de ser adaptado nos próximos tempos (à medida que aquecer mais). 

 

O que aprendi ao tentar criar um guarda roupa 333:

 

- tenho peças a mais em determinados grupos/categorias (ex: tenho 3 camisas brancas, 2 delas quase idênticas, 2 tops caveados brancos, 2 tops caveados pretos);

- além dos básicos (para mim é o azul escuro, castanho escuro, bege, cinza), tenho blocos de cor (nunca me tinha apercebido disso): rosa, vermelho, verde, bordeaux;

- é possível mudar um bloco de cor ( apenas 4 peças) e assim criar um guarda roupa completamente diferente;

- não voltarei a comprar peças "híbridas", no que respeita a temperaturas - malhas com manga curta são um excelente exemplo (se está frio para uma malha, também tenho frio nos braços);

- o meu guarda roupa tem um excesso de peças "velhas para andar por casa";

- tenho peças que nunca usei e que continuam com etiqueta;

- utilizando a estratégia dos blocos de cor, posso destralhar peças que estão a mais.

 


O que mudei:

 

Na verdade, o meu guarda roupa tem 39 peças que incluem bijutaria, cintos, calçado e carteiras (omisso em exemplos de 333 que encontrei). O meu objectivo é "obrigar-me" a usar acessórios, nomeadamente bijutaria. Para cada bloco de cor, inseri uma carteira, um cinto, uns sapatos, brincos e colar. 

 

Noto que os 33 itens são possíveis apenas excluindo os 3 colares e os 3 pares de brincos.

 

 


O que irei mudar:

 

Eu sou muito sensível a temperaturas pelo que, quando a temperatura subir, irei substituir algumas peças mais grossas e de manga comprida por itens mais frescos. Porém, por cada peça que entre, outra tem de sair.

 


O que irei comprar:

 

As minhas compras passarão apenas por 3 itens que já planeava comprar:

- calças azul marinho clássicas em sarja ou algodão: neste momento não tenho um único par clássicas que me sirva; tenho 2 pretas que estão largas;

- mocassins: faz parte da minha lista de compras de calçado mais confortável; vou procurar uns com marinho/bege/vermelho para serem o mais flexíveis possível e que possa utilizar para trabalhar (e já vi alguns modelos assim);

- sapatilhas azuis escuras: faz parte da minha lista de compras de calçado mais confortável; para utilizar com jeans e possa utilizar mesmo para trabalhar.

 

Todas as restantes peças que se encontram na imagem, foram escolhidas de entre o que já possuía.

 

No futuro, espero ir substituindo algumas peça chave de menor qualidade por peças de melhor qualidade. Em particular nos grupos de cor neutra em que esse investimento compensa porque são peças clássicas e intemporais.

 

Também tenho como objectivo substituir os brincos de bijutaria por brincos em prata que resistem ao tempo (não enferrujam) e que não me provocam alergias. Eu gosto de peças pequenas e clássicas pelo que comprar uns brincos de prata pequenos com um elemento azul (por exemplo) não é uma despesa de relevância. 

 

 

My Spring wardrobe

 

Decidi comprar roupa da forma correcta - III

Descontos, 19.05.14

Se lerem os dois post anteriores, facilmente perceberão porque decidi comprar roupa/calçado. Porque na realidade, concluí que se soubermos o que comprar, se o fizermos com intencionalidade e gerirmos o vestuário como gerimos a carteira, também aqui não haverá desperdícios. 

 

Por exemplo, tenho 3 blazers (depois de ter destralhado 4 de cor cinza): bege, marinho e vermelho. Problema: são os 3 de polyester. Tenho sapatos que têm tacão e que eu tolero cada vez menos. Tenho peças que nunca uso e outras que uso à exaustão.

 

 

Assim, decidi que vou começar a investir num guarda roupa. Não, não vou fazer uma sessão de lojas, mas vou fazer uma lista e ficarei atenta ao aparecimento de boas peças, com bons materiais e que durem a vida toda. E quem sabe, encontrar um bom tecido nacional e fazer uma peça à medida (ai se eu aprendo a costurar!!!!).

 

Sabem? Tenho um blazer (de inverno) que adoro e foi oferta de uma amiga da minha mãe. Deve ter a minha idade. Continuo a vesti-lo e adoro-o. É esse o tipo de peças que procuro. Peças que possam ser passadas de geração: intemporais e de excelente qualidade.  

 

Depois, descomplicar (porque sou uma naba da moda) com peças neutras, básicos em fibras naturais (especialmente em algodão) e económicos. 

 

Ainda, investir APENAS em calçado confortável porque ouvir "fascite plantar" é um bom indicador que a saúde dos pés também tem de ser cuidada.

Decidi comprar roupa da forma correcta - II

Descontos, 18.05.14

Voltemos ao conceito de 33 peças e o que significa o 333. O projecto 333 é um desafio minimalista que pressupõe utilizar apenas 33 peças de vestuário (calçado e acessórios incluídos) durante 3 meses. De fora das 33 peças está a roupa de dormir, de andar por casa e para exercício.

 

Foi com esse projecto em mente que olhei para o meu guarda roupa. Inicialmente pensei que 33 era pouco, mas eu visto quase sempre as mesmas peças: as preferidas, as que estão mais à mão, as que estão passadas a ferro.

 

Olhei para esta cápsula e pensei que afinal não é tão pouco.

 

Project 333 spring 2014

 



Olho para a secção calças/vestidos/saias: 10 peças. Eu uso calças de ganga quase todos os dias. FÁCIL!

 

Pensando bem, numa estação (3 meses) 33 peças é mais que suficiente.

Decidi comprar roupa da forma correcta - I

Descontos, 17.05.14

Se eu tivesse coragem, fazia como o M. Kors e usava t-shirt preta com jeans TODOS OS DIAS. Juro. Mas não tenho coragem. Nem coragem nem inclinação para a moda. Zero de sentido estético. 

 

Pelas razões indicadas, pelo facto de comprar roupa a olho (sem saber como depois a utilizar e combinar com outras peças) que depois acabava sem uso e com a etiqueta depois de anos da compra.... decidi deixar de comprar roupa. E quando digo deixar, é mesmo não comprar uma única peça há cerca de 1 ano.

 

Porém, esta semana fiquei surpreendida com um post sobre como comprar/combinar vestuário a partir de um lenço. A Janince Riggs é absolutamente brilhante. Fiquei fã. 

 

Ela mostra como com poucas peças conseguimos criar inúmeras combinações e acima de tudo como as escolher. Um dos meus posts preferidos (pedagógico) é aquele em que ensina o método:

 

1) Escolher 4 peças neutras (sem decorações) escuras

 

2) Escolher 4 peças neutras (sem decorações) claras

 

Um dos grupos anteriores deve ser mais clássico e o outro mais casual. 

 

3) Escolher 4 peças  que combinem com as peças neutras, emboram não tenham de combinar com todas; deve constituir um toque mais pessoal:

 

4) Escolher 4 peças que combinem com os dois conjuntos - escuro e claro

 

5) Escolher 4 peças para o tronco superior (camisas, tops,...) para usar todos os dias

 

6) Escolher 4 peças com a cor preferida. Não têm de combinar.

 

7) Uma peça inferior (saia/calças) e 3 peças superiores que combinem com as calças e o resto do guarda roupa

 

8) 5 peças essenciais que liguem todos os conjuntos anteriores

 

E pronto, têm 33 peças para múltiplas combinações.

 

E a lillyicity construiu um guarda roupa fantástico com esse método:

 

 

 

 

Project 333 spring 2014

 

Matar o bicho da madeira - parte 2

Descontos, 17.05.14

Olá Descontos,
Eu já usei por duas vezes, e com resultados positivos, foi Óleo de Rícino aplicado com uma seringa que tenha uma agulha larga (o óleo é espesso e se a agulha for fina depois não passa).

O Óleo acho que comprei numa drogaria ou supermercado (um frasco tipo tintura de iodo), a seringa foi na farmácia.
O primeiro caso foi num cabide antigo cheio de pequenos furinhos... apliquei durante alguns dias nesses furinhos o óleo, descansava um dia, punha mais, descansava,... foi assim vários dias... tenho o cabide até hoje e já lá vão mais de 14 anos.
Na porta do roupeiro tinha um buraco enorme e ouvia o barulho durante a noite... dei o mesmo remédio...
resultado.... dei cabo do caruncho.
Isto para situações pontuais... se o móvel já está todo atacado o melhor é levá-lo ao «expurgo» para tratar convenientemente e com a dimensão que tem.
Boa sorte!...
Bjs,
Teresa C.

Matar o bicho da madeira

Descontos, 15.05.14

Quem tem madeira antiga arrisca-se a ter inquilinos indesejáveis vulgarmente conhecidos por bicho da madeira. Na verdade os bichos são diversos mas vai dar ao mesmo... mudam-se de malas e bagagens para a nossa casa e comem a mobília. 

 

Se a coisa é extensa, o melhor é eliminar a peça do interior da casa. Aplicar cuprinol dificilmente irá resolver o problema - teria de conseguir aplicar toda a profundidade da madeira. 

 

Mas se é só um furinho que apareceu, deram-me uma dica: colocar em cima desse furo um algodão embebido em cuprinol, "abafando" o bicho já que a aplicação do cuprinol em líquido (pelo buraco/túnel) poderá não ser suficiente.

 

Vou experimentar porque já vi dois montinhos de pó no soalho da sala.

 

Entretanto, o que eu costumo usar é a latinha com aplicador que vêm na foto. Pergunta idiota: xylophene é o produto ou a marca? Se é a marca, qual o produto/material?

 

 

 

 

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