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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Fazer do nada, tudo

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Frequentemente associamos muitos dos nossos prazeres ao dinheiro.

 

Uma ida ao cinema, jantar fora, tudo despesas que pesam no orçamento; vamos passear nas catedrais de consumo, ou seja, centros comerciais. 

 

Neste domingo, a marginal junto à praia estava repleta de gente (até em fato de banho), patins, bicicletas, carrinhos de bebé, leitores/as.

Uma artista, fazia mais uma das suas obras efémeras - tenho descoberto várias, seja com pequenas rochas ou restos de madeira. 

 

Sinto que, cada vez mais, andamos a desaprender a utilização de lugares públicos. Preferimos lugares em que pagamos, como se isso nos concedesse o direito a ocupá-los.

 

Estou determinada a mudar esse paradigma.

 

Já agora, o próximo domingo promete chuva, mas podem aproveitar as entradas gratuitas em museus (até às 14h00). 

 

(A última frase foi corrigida porque mencionava o regime anterior, em que a entrada gratuita era apenas no 1º domingo de cada mês. Agradeço a correcção.)

Poupança com vestuário

Este fim-de-semana, fiquei a pensar nas sucessivas poupanças que faço em vestuário, nomeadamente quando estraguei as minhas calças preferidas, de andar por casa. 

 

Fiquei desolada. Comprei numa loja solidária ou consegui em trocas... já não me recordo. Mas eram as minhas preferidas. Lavava e usava.

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Estraguei-as porque facilitei. Eu tenho umas calças brancas que uso para limpezas. Já está tão gastas e com tantos remendos, que a minha mãe reclama sempre que as vê, quando faço limpezas na casa dela.

Uso-as para que não aconteça o que aconteceu: estragos quando uso água com lixívia. Também tenho umas sapatilhas que utilizo para as limpezas.

 

Remendo a remendo, faço as contas ao que tenho poupado por preferir remendar em vez de substituir. 

 

Só em pijamas, com aumentos nas mangas (porque os coloco a temperaturas que não deveriam ser lavados), gastaria uma fortuna.

 

Agora tenho de ir à caça de umas novas calças confortáveis para o sofá. :)

Poupar água, apanhar guarda-chuvas e os meus gastos de restauração

Vento e chuva são a combinação ideal para a minha colecção de tecidos de guarda-chuvas estragados. Em dois dias consegui três, descartados no chão. Passei por outro, mas não era seguro parar o carro. 

 

Também deixei um balde no pátio, para recolher água para o autoclismo. 

 

Para quem se queixa da chuva e/ou me acha tolinha, deixo-vos com duas sugestões de leitura:

 

“O Alqueva corre o sério risco de não ser utilizável já a partir de 2019” [O Público]

 

 

 

Esta semana só gastei €2.40 em restauração = 3 pingos. Yeah!!! 

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