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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Fazer do nada, tudo

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Frequentemente associamos muitos dos nossos prazeres ao dinheiro.

 

Uma ida ao cinema, jantar fora, tudo despesas que pesam no orçamento; vamos passear nas catedrais de consumo, ou seja, centros comerciais. 

 

Neste domingo, a marginal junto à praia estava repleta de gente (até em fato de banho), patins, bicicletas, carrinhos de bebé, leitores/as.

Uma artista, fazia mais uma das suas obras efémeras - tenho descoberto várias, seja com pequenas rochas ou restos de madeira. 

 

Sinto que, cada vez mais, andamos a desaprender a utilização de lugares públicos. Preferimos lugares em que pagamos, como se isso nos concedesse o direito a ocupá-los.

 

Estou determinada a mudar esse paradigma.

 

Já agora, o próximo domingo promete chuva, mas podem aproveitar as entradas gratuitas em museus (até às 14h00). 

 

(A última frase foi corrigida porque mencionava o regime anterior, em que a entrada gratuita era apenas no 1º domingo de cada mês. Agradeço a correcção.)

Obrigada Mano!

Os mais assíduos sabem que o Mano anda pela caixa de comentários e de vez em quando (raramente) lá mete a colherada.

 

 

O pobre Mano tenta ser muito generoso mas depara-se (frequentemente) com uma irmã que quer ser poupada à custa do seu trabalho e não dos outros, e se isso não bastasse, agora quer tudo usado, para diminuir a sua pegada ambiental.

 

No Natal, a diaba da irmã lembrou-se que só queria livros usados e ele teve de se encontrar com uma pequena do OLX para comprar livros. 

 

Depois, quanto o telemóvel velho fritou, não se limitou a comprar um telemóvel novo e dentro de um preço razoável,  queria o mais barato possível mas com tudo e mais alguma coisa. Ainda por cima... usado. 

 

Felizmente, o Mano lembrou-se de um telemóvel que tinha em casa, que não deu para as encomendas, mas que ainda estava dentro da garantia... e era xpto, Android (Amén!), grande e com uma capa - sim - adivinharam... USADA!

 

Eu tenho consciência de que os meu valores entram em rota de colisão com um consumismo fácil e rápido. Por isso, obrigada pelo esforço acrescido para me fazer sentir bem.

E MUTO obrigada pelo meu telemóvel (novo para mim) todo "kitado". 

Poupança com vestuário

Este fim-de-semana, fiquei a pensar nas sucessivas poupanças que faço em vestuário, nomeadamente quando estraguei as minhas calças preferidas, de andar por casa. 

 

Fiquei desolada. Comprei numa loja solidária ou consegui em trocas... já não me recordo. Mas eram as minhas preferidas. Lavava e usava.

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Estraguei-as porque facilitei. Eu tenho umas calças brancas que uso para limpezas. Já está tão gastas e com tantos remendos, que a minha mãe reclama sempre que as vê, quando faço limpezas na casa dela.

Uso-as para que não aconteça o que aconteceu: estragos quando uso água com lixívia. Também tenho umas sapatilhas que utilizo para as limpezas.

 

Remendo a remendo, faço as contas ao que tenho poupado por preferir remendar em vez de substituir. 

 

Só em pijamas, com aumentos nas mangas (porque os coloco a temperaturas que não deveriam ser lavados), gastaria uma fortuna.

 

Agora tenho de ir à caça de umas novas calças confortáveis para o sofá. :)

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