A generalidade das/os leitoras/es ávidas/os sabem que, quem consegue e não se importa de ler em inglês, consegue poupar muito dinheiro ao comprar livros recentes e até de capa grossa.
Isto porque, muitas/os lêem do grande mercado anglo-saxónico, que pela sua dimensão tem uma maior oferta de livros manuseados.
Mais, os livros são primeiro publicados lá e só depois são traduzidos cá. Por isso, quando chegam a conhecer a obra na vossa editora nacional, existem boas probabilidades de o comprarem lá fora, por uma fracção do preço.
O Pedro R. dá alguns exemplos:
Preço novo, em Portugal - €17.50
Ainda sem tradução
Preço novo, em Portugal - €17.00
Ainda não traduzido em português, mas na Wook, a versão e-book em inglês está a €17.56. Só como preferência da potencial poupança.
O Pedro R., no email que me enviou, pediu desculpas pela selecção ser afunilada para thrillers. Porém, faz muito sentido que neste género e no romance (romântico), esta seja uma boa alternativa, porque são tidos como os géneros que têm os leitores mais vorazes e mais propensos a fazer compras por autores/sequelas.
Recordo ainda que a Amazon espanhola ainda tem portes grátis, para encomendas de livros de livros com um mínimo de €19.00.
E nas bibliotecas públicas, os livros são gratuitos!
Muito obrigada Pedro R.
P.S. - Este post está, intencionalmente, sem links porque não quero que o confundam com um post com links afiliados.
Gostamos de pensar que a vida é feita de acções e consequências. Mas na verdade, uma boa parte da nossa vida depende de sorte e azar.
Mas não podendo agir sobre estes, fazemos o possível por controlar aquilo que podemos: as nossas acções.
Por isso e dependendo do valor, sugiro algumas utilizações para o próximo reembolso de IRS:
1. Fundo de emergência
O fundo de emergência servirá para o inesperado: uma avaria no carro, desemprego, gravidez inesperada, ou seja, todas as eventualidades da vida que, por vezes, nos apanham de surpresa. O objectivo é ter uma poupança a que possa recorrer, em alternativa ao crédito.
2. Pagar dívidas
O objectivo principal deverá ser a eliminação de dívidas. Se tiver mais que uma, organize as dívidas e utilize o reembolso para pagar/abater a de menor valor.
Se tiverem alguma dívida mais onerosa - por exemplo cartão de crédito, poderá compensar começar por essa.
3. Reforçar o fundo de emergência Depois de pagas as dívidas (excepto a casa), é tempo de reforçar o fundo de emergência de modo a que este corresponda a um valor entre 3 a 6 meses de despesas.
4. Pagar a próxima grande despesa anual
Uma boa forma de utilizar o reembolso é alocar esse valor a uma despesa grande, que sabem ter de fazer nos próximos meses.
A paz de espírito por saberem que têm essa verba disponível, provavelmente será bem melhor que a jantarada ou as férias que tinham planeado.
Electricidade e gás de aquecimento - Toda a casa tem equipamento eléctrico, com excepção de um aquecedor a gás, que utiliza botijas.
Restauração - o objectivo é não gastar mais que €10/semana, em café ou almoços. Posso poupar, de uma semana para a outra, mas no final do mês, o saldo positivo vai para o envelope de "entretenimento".
Maluquices - verba para o que quiser gastar.
Vestuário - inclui vestuário e cabeleireira.
Presentes - todos os presentes que compro durante o ano.
Quotas - pagamento de quotas de IPSS.
Casa - pequenos extras como tinteiros, acessórios de cozinha, etc.
Saúde 1 - Para medicamentos, taxas moderadoras, etc.
Saúde 2 - Para despesas maiores como consultas no privado e mudança de lentes.
Auto - Para cobrir reparações, impostos, inspecção e seguro.
Poupança reforma - para não tocar até ser velhinha (espero eu).
Comunicações - telemóvel num pacote de comunicações.
Gasolina + estacionamento - custos em fase de reavaliação.
Obrigações fiscais/reforma - o obrigatório.
Restauranção extra - as saídas com a mamã não têm orçamento.
Supermercado - Comida, limpeza e higiene.
Miúdas - Pequenas saídas com a pequenada. Como é esporádico, já não necessita de orçamento.