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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Hospital de brinquedos - mais uma alta

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Esta foi difícil. Cabelo muito danificado (que não consegui recuperar), rasgada, sem roupa e com a porcelana riscada.

Tinha todos os materiais que utilizei neste projecto, pelo que foi custo zero. 

 

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Um pormenor: as tiras das sandálias são as tiras de pendurar casacos de malha, que corto logo que compro algum.

 

Volta para a loja solidária, onde a encontrei, na esperança que seja adoptada. 

 

Porque tenho um hospital de brinquedos:

É possível ser solidária/o com um orçamento apertado?

"Para quê, tanto trabalho?"

O papel da nostalgia na nossa felicidade

Confesso que já não me recordo em que podcast ouvi uma excelente síntese sobre o papel da nostalgia, em estudos sobre a felicidade. Mas certamente terá sido ou The Minimalists ou Afford Anything

 

No fundo, os estudos psicológicos sobre a matéria dão razão a algo que muitas/os de nós descobrem durante a vida: o que nos faz feliz, geralmente não é aquilo que achamos que nos iria fazer feliz.

 

É assim com muito do que compramos: achamos que nos iria trazer felicidade e um dia olhamos para o mono e pensamos como será a melhor forma de nos vermos livre dele.

 

É por isso também, que as experiências são mais satisfatórias a longo prazo porque, na nossa memória vão ficando cada vez melhores. Lembramos com uma saudade nostálgica o quando gostamos de um local, nos divertimos num dia irrepetível... 

 

Todavia, com o tempo (e em regra), os objectos depreciam em valor e passam a ser uma lembrança constante do que já não valem e um obstáculo ao novo objecto (em regra maior e melhor). 

 

 Algo a pensar, quando fazemos contas àquilo que desejamos comprar, para nós e para os outros. 

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