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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

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Descontos, 21.06.20

The Cycle of Improvement:

1. Awareness - identify what you need to improve.

2. Deliberate practice - focus your conscious effort on the specific area you want to improve.

3. Habit - with practice, the effortful becomes automatic.

4. Repeat - begin again.

 

James Clear

Diário de consumo de açúcar

Descontos, 18.06.20

Ontem decidi abordar o meu problema com o consumo de açúcar como abordo as minhas finanças pessoais: fazer um levantamento do que consumo e avaliar onde posso reduzir.

 

Peço que não vejam os dados abaixo como algo mais que um rascunho. Ainda tenho de verificar alguns valores.

 

Também não pretendo que seja um exercício de rigor... é uma ferramenta.

 

Encontrei uma informação da OMS e da DGS que recomendavam que o total diário de açúcar adicionado aos alimentos não deveria ultrapassar as 6 colheres de chá de açúcar (informação que ainda quero validar). Ou seja, não estamos a falar de açúcares naturais com os que encontramos na fruta.

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Fazendo um registo dos meus consumos, apenas num dia, rapidamente percebi que o recomendado é MUITO pouco, face ao que consumo habitualmente.

Aliás, este é um dia muito soft, que começou comigo a resistir a uma belíssima bola de berlim com creme, ao pequeno-almoço. E a uma barra de chocolate depois do almoço. E a um croissant ao lanche. E a umas pipocas depois do jantar. E aqui estamos...

Dei-me permissão

Descontos, 10.06.20

Hoje é feriado!!!

E amanhã é feriado!!!! *

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Hoje dei-me permissão para não fazer nada. Há pouco descuidei-me e ia começar a remendar um saco de rede para lavar roupa. Quase... apanhei-me a tempo.

 

Finalmente experimentei cozinhar alho francês à brás. É ridículo nunca o ter feito antes. Adoro!

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Deite-me no sofá com uma taça de morangos e vi o filme Pedro e Inês. Depois li algumas páginas de um livro. E rapidamente chega a hora do lanche.

 

Vi uns vídeos no You Tube (BLM) e já é quase hora do jantar.

 

Jantar com You Tube. Subscrevi um canal de um senhor que faz jardinagem com veículos telecomandados - tem uma colecção de pimentos.

Há qualquer coisa de mágico, numa pessoa que leva tão a sério um passatempo.

 

* Não é para todos, eu sei.

Mas eu sempre gostei de trabalhar nos feriados, porque só trabalhava em fins de semana e feriados. E como ganhava à hora, era sempre um dia em que ganhava mais pelo mesmo número de horas.

A poupança não é uma linha recta

Descontos, 09.06.20

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Num artigo do Bored Panda, descobri que a Inglaterra é conhecida pelos seus muros ondulantes. Pesquisem por "crinkle crankle garden walls" e deliciem-se com imagens de caprichosos muros a serpentear pelos jardins.

 

Por estranho que pareça, a forma dos muros deve-se à sua eficiência de recursos: um muro ondulante gasta menos tijolo que um muro em linha recta. Em linha recta, com tijolos tão estreitos, tombaria.

 

Achei que estes muros eram uma excelente metáfora para a poupança:

1.

A poupança nem sempre é uma linha reta, que seguimos do princípio ao seu objectivo final. Com frequência, precisamos de andar devagar, por vezes aos círculos, com tentativas e erros e até recuando para retomar outra vez.

2.

Por vezes, a poupança é apenas aparente. Quando gastamos dinheiro em coisas baratas, muitas vezes isso leva-nos a gastar em coisas inúteis ou que se vão deteriorar rapidamente. Assim, a linha recta do comprar barato, torna-se mais caro.

3.

A poupança obriga-nos a utilizar da forma mais eficiente os recursos que temos.

Uma pessoa sem a intencionalidade de procurar poupar, simplesmente faria um muro maior e provavelmente muito mais dispendioso.

Atirar dinheiro a um problema, raramente conduz à poupança.

Família de risco

Descontos, 08.06.20

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Eu desinfecto superfícies, compras, nunca entro dentro de casa da minha mãe com calçado da rua ou roupa da rua.

Não saio para lado nenhum a não ser para o trabalho e mesmo aí meto-me no meu gabinete.

 

Hoje chego a casa da minha mãe (doente de alto risco) e tenho lá metida a famelga do meu pai. E ainda só não veio a da minha mãe, porque as fronteiras estão fechadas.

 

Algo me diz que o covid vai encolher consideravelmente o número de pessoas que entendo por "família".

Hábitos covid para manter

Descontos, 06.06.20

Há dias, lia no jornal Público uma notícia com o título: Os centros comerciais já não vão ser lugares para passear (aqui).

 

Se calhar há hábitos "covid" que vale a pena manter.

 

Frequentemente, uma ida ao centro comercial porque estamos aborrecidos em casa, ou queremos utilizar o espaço para convívio, torna-se numa despesa. Igualmente frequente, essa despesa é inútil, impulsiva, arrependemo-nos e faz-nos sentir mal.

 

É verdade que há uma evidente falta de espaços públicos para lazer, se o tempo está mau, mas isso não acontece no bom tempo.

 

Há parques, jardins, praças, museus com entradas gratuitas, marginais e outros que tais.

 

Se vão começar a desconfinar o vosso tempo de lazer, considerem fazê-lo de forma a ser o mais distinto possível do vosso dia-a-dia.

 

Essa diferença ajudará a marcar o tempo, para que deixemos de nos sentir sempre que os dias foram todos iguais e que voaram sem nada de relevante.

 

Se precisarem de inspiração, deixo-vos este magnífico vídeo (mesmo que não compreendam o inglês):

E ainda as palavras de Holly Butcher, uma jovem que morreu aos 27 anos:

 

Rodeia-te de natureza.

Tenta aproveitar e ficar no momento presente, em vez de capturá-los através do ecrã do teu telefone. A vida não é destinada a ser vivida através de um ecrã, nem é sobre como obter a foto perfeita ... aproveitem o raio do momento, pessoas! Parem de tentar capturá-lo para todos os outros.

Notícias úteis

Descontos, 04.06.20

Diário das minhas finanças pessoais - resumo

Descontos, 01.06.20

Não é que não fosse registando as despesas, nos últimos meses, mas a verdade é que optei por não me preocupar com isso, quando estava em casa. Tenho os registos diários, mas sei que têm buracos.

 

De relevo, os quase 300 € que gastei com o carro em Março. Duro, mas necessário. É para isso que serve a poupança mensal de 50 €: para cobrir despesas que inevitavelmente terei, no decurso de um ano.

Em poupanças para despesas anuais (saúde + carro) tenho cerca de 900 €.

 

Poupei IMENSO em gasolina. Gastei cerca de 80 €, desde o início de Março e tenho o tanque cheio. Também tenho um voucher de 25 € para gasolina, que já comprei no ano passado.

 

Naturalmente que também poupei em restauração, mas gastei mais em donativos e comprei alguns livros para ajudar pequenas livrarias independentes. Aqui, ficou mais ou menos equilibrado.

 

Tenho comprado cerca de 2 revistas por semana, para a minha mãe, que tem estado em confinamento estrito. Ou seja, o orçamento para prendas já bateu no tecto. Mas eu tenho margem e ela merece e precisa da distração.

 

Em poupança extra, para o meu fundo de emergência, foram mais de 400 €. Mas 70 € já foram para o picheleiro e estou a contar com uns 200 € para a reparação da máquina de lavar louça.

 

Gastei muito mais em supermercado. Notei que paguei mais pelo mesmo, até porque quase sempre me circunscrevi à mercearia local. Mas foram gastos feitos em tranquilidade. Muito grata por isso.

 

E já estamos em Junho...