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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

A promessa da consolidação de créditos como estratégia para o crime

Descontos, 10.07.17

Já perdi a conta à quantidade de anúncios, a negócios de consolidação de créditos, que recusei, neste blog. Vários, recusei múltiplas vezes. 

Não será novidade para vós que se fujo a sete pés de créditos pessoais ao consumo, fujo a 14 de quaisquer coisa que seja relacionado com a consolidação de créditos.

 

Recordo-me, em particular, de um especialista em finanças pessoais que, sobre estes dizia: a forma de sair de um buraco, não é cavar um buraco maior.

 

Hoje, leio com horror, que há pessoas que, no desespero das suas dívidas, estão a recorrer a negócios ruinosos de pseudo-empréstimos, chegando mesmo a perder as suas casas. 

 

O esquema é explicado na notícia do jornal O Público, em que se pode ler que a Procuradoria-Geral da República (PGR) esclarece que as vítimas, cujo universo não é possível quantificar, “podem apresentar queixa em qualquer departamento do Ministério Público”, que existe em todos os tribunais de comarca, ou enviá-las para os seus serviços centrais. Para a apresentação destas queixas não é necessário a contratação de advogado e será o Ministério Público, se encontrar fundamento para isso, a abrir um inquérito-crime contra a entidade financeira.

Cartões de débito podem sair caro [Notícias]

Descontos, 24.10.16

O cartão Multibanco que tem na sua carteira está cada vez mais caro. Em média, em 2016, os bancos cobram pela anuidade de um cartão de débito 15,17 euros.

(...)

A Deco analisou as anuidades cobradas nos cartões de débito dos 17 principais bancos com as comissões cobradas nos últimos sete anos. Destes, apenas o Banco CTT e o banco online ActivoBank não cobram comissões.

(...)

Uma oportunidade de poupança detetada pela Deco pode estar nos cartões de crédito duais, que tanto funcionam na rede Visa, Mastercard ou American Express, para pagamentos a crédito, como na rede Multibanco, permitindo fazer operações como levantamentos ou transferências sem custos adicionais. (...) mas em apenas quatro casos isso permite poupança face aos cartões de débito.

 

Cartões de débito podem sair caro (Jornal de Notícias)  

 

 

Se é cliente da Caixa Geral de Depósitos e possui o cartão dual Caixa IN, poderá poupar € 18,72 por ano se abdicar do cartão de débito. No Novo Banco, a anuidade de zero euros do cartão NB Verde faz dele uma opção mais económica do que os € 17,68 de anuidade dos cartões de débito daquela instituição.

 

Tem cartão de débito? Saiba se é o seu banco que cobra mais (pplware)

 

 

Todos os cêntimos contam

Descontos, 21.10.16

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Nunca vos aconteceu verem uma moeda de cêntimo no chão e não se baixarem para apanhar, seja por preguiça ou vergonha...?

 

Há vários anos que o Canadá começou a eliminar as moedas de cêntimo e o mesmo acontece, até na Europa, com países como a Irlanda, Filândia, Bélgica, Dinamarca, Suécia, Holanda. Isto porque fica mais caro fazer a moeda que o seu valor facial

 

Há quem diga que, em Portugal, não faria diferença. Por acaso, discordo. Imaginam o preço do pão? Acham que, ao preço de €0.12, ia ser arredondado para cima ou para baixo?

 

Numa tentativa de sensibilizar a população para a importância dos cêntimos, um banco americano espalhou 100 moedas de cêntimo falsas, pela cidade, em que cada uma valerá 1000 dólares, se forem entregues ao banco.

 

Por mim, não há cêntimo que não coloque circulação. Uso-o todos à primeira oportunidade.  

Os pobres mais pobres...

Descontos, 17.09.16

A Fundação pretende, com dados estatísticos, mostrar quem perdeu mais nos últimos anos de crise, se a classe média ou os mais ricos ou pobres. E mostra que foram os mais pobres.

Os números indicam que de 2009 a 2014 os rendimentos dos portugueses tiveram uma quebra de 12% (116 euros por mês), mas mostram também que os 10% mais pobres perderam 25% por cento do rendimento enquanto os 10% mais ricos apenas perderam 13%.

E a crise afetou sobretudo os mais jovens, segundos os números da Fundação: “os jovens com menos de 25 anos sentiram uma perda de 29% nos seus rendimentos, acima da perda média de rendimentos para o conjunto de todos os portugueses”

 

24.sapo.pt