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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

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Como construir um orçamento anual - parte 4

09.04.14

Recapitulando, criamos as categorias, decidimos qual o orçamento de cada categoria (semanal a anual, conforme a despesa) e separamos de imediato o valor correspondente ao mês em curso: Abril.

 

Mas onde está a poupança?

 

A minha esperança é que, cumprindo o orçamento e tendo em conta que algumas despesas arredondei por cima (por exemplo o supermercado), comece a sobrar dinheiro. Mas em vez de o transferir para um valor global de poupança, ele começa a ser utilizado para antecipar o reforço mensal dos envelopes. 

 

No meu caso, decidi passar a ter dois fundos de emergência:

 

I) Imprevistos - €1 500 (o que já tinha) para uma emergência não antecipada ou demasiado cara; vai ter apenas um reforço mensal de €10.00.

 

II) Fundo de emergência/despesas - para onde irei direccionar as despesas anuais (por ex. automóvel) e as poupanças do orçamento.

 

 

O meu primeiro objectivo é conseguir poupar o equivalente a 3 meses de despesas

 

E como sou optimista, já decidi quais os primeiros envelopes a reforçar: saúde e veterinário. São duas despesas que não podem ser adiadas (quando necessárias) e nas quais não posso estar à espera de atingir o orçamento "anual".

 

Confesso que este novo método está a ser bastante motivante. Estou entusiasmada com a possibilidade de conseguir ter um fundo de emergência com correspondente a 3 meses de despesas, depois a 6... 

 

Quando estava a poupar para pagar as minhas dívidas, era tudo mais activo - aquele valor reflectia-se no decréscimo dos créditos, numa contagem decrescente. Havia um fim. 

 

Ultimamente o objectivo era não gastar com o propósito de reforçar o fundo de emergência a poupança para a reparação da casa, enquanto global. 

 

Agora volto a ter um objectivo de poupança mais concreto e mensurável.

4 comentários

  • Sem imagem de perfil

    LCMR 09.04.2014

    Só uma coisinha, uma vez que estás já na fase de aumentar o fundo de emergência, ou seja baby step 3 do Dave Ramsey, concordas que primeiro passo a dar será sempre o do fundo de emergência, e só depois o pagamento de dividas?
    Pergunto isto porque já passas-te por isso e gostaria de saber se funcionou a 100% contigo?

    obrigada mais uma vez pela partilha e sobretudo por me fazeres novamente repensar nesta cena dos orçamentos :D

    jokas
    LCMR
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    Descontos 09.04.2014

    Olá,
    por acaso concordo com essa ordem. Por é esse fundo de emergência que te permite não voltar a criar dívida e também porque senti que aquele dinheiro já colocado de parte era a evidência que poderia continuar a poupar, direccionando os novos valores para a dívida.

    Aliás, julgo que foi precisamente com esse 1º fundo de emergência que uma vez paguei uma reparação automóvel. A paz financeira que isso foi na altura, saber que o dinheiro estava lá.

    Por isso sim, primeiro um pequeno fundo de emergência e depois o pagamento de dívidas.
  • Sem imagem de perfil

    LCMR 09.04.2014

    Pergunto isto porque, como sabes, daqui nada aparece o reembolso do IRS, logo a minha ideia seria pagar dividas obvio... mas sendo o fundo de emergência tão importante uma vez que isto há meses "difíceis" e mais uma vez, recorreria ao cartão de crédito e mais endividada fico, acho que o lógico seria criar o fundo de emergência, certo?
    Tou a pensar bem?lol

    jokas
    LCMR
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