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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais - Janeiro

Descontos, 31.01.17

E Janeiro já se foi...

 

Este mês tem sido de altos e baixos. 

 

Começando pelos baixos:

1. Como já tinha referido, bastou-me um dia para descarrilar alguns envelopes.

2. Ultrapassei o orçamento de diversos envelopes: miúdas - €9.18; prendas - €18.00; electricidade - €89.30; presentes - €18; carro - €19.98; supermercado - €2.27

3. Tive uma despesa não prevista que terá de entrar em donativos, de €66.

 

Os altos:

1. Consegui poupar €4.03 em restauração (e este mês isso inclui um jantar de aniversário de €20) + €5.60 em maluquices, o que significa que consigo cobrir o saldo negativo em miúdas ;)

2. Com excepção do jantar de aniversário, todas as refeições foram em casa ou preparadas em casa;

3. Só comprei um livro, por €1;

4. Vendi €13.38 de tralhas;

5. Recebi de reembolsos: €8.56;

6. Continuo com zero dívidas e "paguei" todos os envelopes de poupança;

1.jpg

 

Feitas as contas, sobraram cerca de €110, mas isso não são boas notícias.

Como decidi mudar o escalão de descontos para a reforma, e ainda estou em fase de processamento, não paguei este mês os €200 habituais. 

Ou seja, entre a despesa extra de €66 e o saldo negativo da electricidade, o mês iria terminaria com saldo negativo.

 

Os €110 vão direitinhos para o envelope electricidade. Com o frio que tem estado, é altamente improvável que a conta de Março seja muito diferente da que recebi agora.

 

Continuo determinada.

6 comentários

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    Descontos 01.02.2017

    http://diariodasminhasfinancaspessoais.blogs.sapo.pt/?skip=9&tag=sistema+de+envelopes
    Já deu uma espreitadela na tag, a partir da publicação mais antiga?

    O que quer dizer com "Não me estou a entender muito bem com o meu."?
  • Dei agora uma vista de olhos nos pots mais antigos, obrigada. Não me estou a entender muito bem com o meu sistema de envelopes que iniciei recentemente, tinha noção que não ia ser fácil, talvez também não o tenha feito da melhor forma, em cada envelope coloquei logo o dinheiro que estimei que iria precisar, já tive que andar a "roubar" de uns para outros, percebi que tenho de fazer ajustes aos valores de algumas categorias. Não vou desistir, até porque assim tenho noção onde gasto o dinheiro. Obrigada pela atenção.
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    Descontos 01.02.2017

    Então não é a teoria, é a prática ;)
    Isso também me aconteceu. MUITO!
    Por exemplo, pode acontecer que fica com saldo negativo em algum apenas porque a despesa apareceu no início do mês: por exemplo, 15€/mês para prendas quando tem aniversários em Janeiro. Eu tive um saldo negativo de 18 euros. Assim, agora no início do mês não coloquei lá os €15 mensais, mas anotei que passava a saldo negativo de 3€.
    Por outro lado, pode estar a passar de uns para os outros porque está a ultrapassar o orçamento, pura e simplesmente. Isso acontece comigo na restauração.
    Para esses casos, o melhor é andar com algum dinheiro extra envelope, para fazer esses acertos. E anotar, claro... para saber quanto gasta.
    Eu tenho envelopes físicos... de papel, para algumas despesas. Todos os meses anoto a mensalidade e eventualmente algum reforço. Aliás, por vezes, ponho papelinhos no porta-moedas ou no envelope a dizer o que fiz... falta x, deve X ou envelope Y. Por vezes até por uma questão de trocos.
    O envelope está rabiscado, até porque utilizei os mesmos de 2016, mas não se perde nada.
    Se for daquelas que pede SEMPRE recibo, é mais fácil controlar.

    Por outro lado, ajuda ter um orçamento em que as despesas são inferiores aos rendimentos. Eu tenho sempre dinheiro extra, a que chamo caixa. Até porque, neste momento não uso um envelope físico para algumas despesas: supermercado, restauração extra (saídas com a minha mãe), estacionamento e metro e gasolina (esta paga com MB).
    O dinheiro "caixa" vai sendo controlado pelo meu registo de despesas. Funciona na lógica de ser dinheiro me que não posso ou não quero poupar. Pelo menos, mais ou menos. Eu já tenho hábitos de poupança no supermercado, por isso não quero ter de controlar um valor, até porque estou a comprar mais produtos biológicos. A gasolina é aquela coisa... tem de ser. E não quero poupar nas saídas com a minha mãe. Não são gastos elevados, pelo que não quero estar a preocupar-me com isso.

    Assim, tenho o dinheiro "em caixa" para isso. E se ultrapassar os envelopes, o dinheiro sai do caixa.

    O caixa é igual à diferença entre as despesas para as quais criei envelopes e o que recebo. Assim, depois de pagar as despesas não orçamentadas (mais ou menos), ele será aquilo que poupo no final do mês.

    E agora estou a pensar se confundi mais do que expliquei. ;)
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    Descontos 01.02.2017

    Outra questão.
    Eu não ando com todos os envelopes. Só os que utilizo mais:
    - caixa (supermercado e afins)
    - miúdas - €10
    - maluquices - €10
    - restauração - €10 (porta-moedas pequeno)
    Os primeiros três estão em diferentes divisórias do porta-moedas.

    Mas, importa dizer que nem sempre foi assim. Cheguei a andar com mais.
    Mas como raramente os utilizava, cheguei à conclusão que conseguia gerir melhor. Por exemplo, se ia à farmácia sem contar, pagava com o dinheiro em caixa ou o MB e depois em casa ia buscar o dinheiro ao envelope.
    Como coloco o recibo no porta-moedas, junto ao dinheiro de caixa, é fácil lembrar-me. Se for 1 vez por mês à farmácia... assim não era preciso andar com envelope. O mesmo com material escolar, p.ex.

    E quando digo divisórias no porta-moedas, já estou apenas a falar das que ele tem: muitos abrem para três divisórias, sendo a do meio com fecho.
    No fundo, ando com aquelas que me levam a despesas mais impulsivas.
  • Muito obrigada pela atenção dispensada. As despesas são inferiores aos rendimentos, sim. Talvez a vontade de poupar me tenha feito realizar um orçamento que não reflecte bem a minha realidade. Mas os primeiros meses servirão para isso mesmo, saber para onde vai o dinheiro, onde tenho de fazer ajustes e onde tenho mesmo de cortar. Vou dando notícias.
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