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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

4 comentários

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    Descontos 22.02.2017

    Eu acho que faria da seguinte forma, partindo do princípio que o valor é regular ou médio, mas a data em que o tem não é:
    - Primeiro, faria um orçamento mensal médio (ou seja, mesmo que o seguro do auto só é pago em dezembro, quando me custa por mês? X a dividir por 12).
    - Quando recebesse começava pelos envelopes urgentes desse mês: comer, luz, habitação... (depende do que for a sua situação, em concreto);
    - Depois, à medida que fosse recebendo, iria enchendo os outros desse mês.
    - Se sobrar, adianta os urgentes do mês seguinte e por aí fora.

    Tipo: já tenho março de supermercado, logo posso avançar para o março de saúde. Já tenho março de todos, adianto Abril dos urgentes.

    Deixe um cadito de margem para acertos porque é natural que, estando a começar, tenha a necessidade de fazer ajustes.

    Isto é uma aprendizagem. Também me demorou um bocado a acertar.

    Espero ter sido clara. Espero que apareçam melhores ideias ;)
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    Catarina 22.02.2017

    Não se torna um pouco confuso ir "pagando" envelopes de meses adiantados?
    Eu tinha ideia de levantar o dinheiro para todos os envelopes e posteriormente dividi-lo por cada um. Só quando voltasse a receber voltar novamente a levantar e assim.. mas visto não receber a tempo pode levar a que meses sejam "mais compridos" que outros.. depois falta/sobra dinheiro..
    Sim o inicio custa mais.. ainda estou a ver todas as prespectivas.. vou começar a implementar no início de Março :)
    Obrigada
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    Descontos 24.02.2017

    Acho que aí entra o carácter pessoal do sistema: deve utilizar o que melhor funciona consigo.

    Para mim, adiantar envelopes é muito motivador. Não com todos, por exemplo, não adianto em envelopes que quero que funcionem como limitação de despesa impulsiva: restauração, miúdas, maluquices. Mas adianto envelopes de despesas como por exemplo as anuais.
    Por outro lado, tirar o dinheiro da conta à ordem para os envelopes é uma forma de me limitar. Não há aquela tentação de fazer uma despezita extra porque se tem muito dinheiro à ordem.
    O envelope não precisa de ser físico, pode simplesmente transferir para uma conta à ordem para as diferentes rubricas.

    Se não alocar o dinheiro, consegue perceber na mesma como andam as finanças para pagar as despesas anuais, por exemplo? Ou quantos meses/dias tem ainda de margem?
    Se sim, se faz isso com outro método, então força!
    O melhor método é sempre o que funciona connosco. ;)
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