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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Financiar o fundo de emergência vendendo velhas aspirações

14.01.19

Eu sonhei ter um  lindo e colorido serviço de louça da Vista Alegre. E porque tinha familiares que gostavam de mim, fui recebendo, peça a peça, o sonhado serviço. 

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Mas a realidade é que raramente o usei, assim como um serviço de dezenas de copos (em que uma boa parte nunca saiu das caixas). Na verdade, ao desarrumar as caixas e caixinhas ainda encontrei peças que nem sabia que tinha.

 

Também encontrei no sotão dos meus pais um serviço de chá que recebi "para o enxoval", ainda em adolescente. Está na caixa em que me chegou - nunca foi usado. Já o ofereci a uma familiar.

 

Por vezes, temos de pura e simplesmente aceitar que mudamos. Os nossos gostos mudam, as nossas prioridades mudam.

 

O único obstáculo para me desfazer de tudo, era o sentimento de dever para quem mos ofereceu. Porém, a realidade é que as minhas prioridades também são outras e não estamos a falar de bens transmitidos entre gerações. Tudo foi comprado de novo para mim e não posso continuar a sentir-me refém de COISAS.

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O produto da venda foi convertida em fundo de emergência e o móvel onde tinha a louça foi doado.

Curiosamente, o móvel era a última peça de mobiliário de um conjunto de sala que, peça a peça, fui doando a um familiar.  

Foto de Dawid Zawiła - Unsplash

4 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Ricardo_A 16.01.2019

    As tralhas que estão à venda e não se conseguem vender há duas possibilidades:
    a) deixar passar mais um tempo e/ou
    b) ir baixando progressivamente o preço até ao mínimo do que achamos aceitável, quase ridículo, ao ponto de abaixo disso nem justificar o esforço.
    Se ainda assim não saírem é porque o artigo não tem mesmo interesse para ninguém que anda no OLX, Custo Justo, etc. e mais va-le doá-lo para uma instituição que venda coisas em segunda mão ou faça rifas (ou no limite deixar visível ao lado do contentor do lixo). Escusam de ficar os monos em casa, a lembrar-nos todos os dias que ainda existem.

    P.S. eu acho que há coisas que se fossem vistas em mão, tipo feira de antiguidades ou feiras de garagem, com preço baixo, até saiam, mas para isso já é preciso a pessoa ir, ter (e pagar) licenças, etc.
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    Descontos 16.01.2019

    Não antecipo me meter na última opção.
  • Sem imagem de perfil

    Ricardo_A 17.01.2019

    Qual, a das feiras ? (eu essa opção também não)
    A propósito da paciência e do tempo, hoje vendi duas chávenas grandes VA que tinha à venda desde o Verão e vujos anúncios fui prolongando).
    Isto são coisas específicas e as pessoas que podem ter interesse nos artigos por vezes não têm a disponibilidade financeira num determinado momento ou o tempo e a disposição para procurar ou a vontade para comprar ou uma série de outras coisas. É uma actividade de paciência.
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