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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Os livros são um bem essencial, mas....

12.05.21

 

A propósito do post anterior, alguém comentou

Livros não são bens supérfluos. São alimento para a alma. E fazem-nos crescer.

 

Quem me conhece, já sabe que concordo, bato palmas e dou pulinhos de alegria.

Ainda esta manhã me senti verdadeiramente triste por não ter com quem partilhar um livro que recebi e que, como objecto/edição, era das melhores coisas que já me passou pelas mãos nos últimos anos. Coisas de leitora.

 

Mas há um grande MAS...

Os livros são, para mim, um bem essencial. Na verdade, como cuidadora, estou muito "presa" em casa e os livros são a minha sanidade mental, são os mundos onde não posso estar.

 

MAS, a compra de livros não é essencial, em especial no meu caso, por inúmeras razões:
- eu tenho Scribd gratuito com milhares de livros para ler ou ouvir;
- eu tenho acesso ao NetGalley (grátis) com centenas de livros para ler e ouvir;
- eu tenho acesso a excelentes bibliotecas públicas, com realmente bons catálogos (não são aquelas mais pequenas com livros muito antigos); aliás, numa delas, eu peço que comprem um livro que não tenham e há uma boa hipótese de o comprarem;
e finalmente,

- eu tenho mais de 500 livros não lidos, em casa.

 

Por isso, embora os livros possam ser essenciais, a sua compra não é essencial. Mais, no meu caso, é bastante supérflua.

 

No meu caso, a compra de livros acaba por ser mais um exemplo em como a disciplina é importante, na gestão de despesas: privar-me de prazeres imediatos, é essencial para conseguir poupar, para obter uma segurança no futuro.

 

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