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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Queremos sempre o que não temos

Descontos, 13.03.19

É uma sensação recorrente: almejar ter o que não se tem, em regra porque outros têm e sentimo-nos excluídas/os.

 

Nesta semana, munida de uma mensalidade grátis do Netflix, comecei de imediato a adcionar a uma lista, o que queria ver e os conteúdos de que tinha ouvido falar ("tens de ver"). Surpreendentemente (para mim), encontrei muito pouco conteúdo, em que quisesse investir o meu tempo.

 

E mais uma vez, concluí que nunca compensaria pagar uma assinatura da Netflix. Uma mensalidade por ano? Muito provavelmente, mas mais que isso, seria um desperdício do meu dinheiro.

 

Nos últimos 3 meses, tive acesso a:

  • 1 mensalidade gratuita do Scribd (uso para audiolivros),
  • 1 mensalidade gratuita do Filmin.pt (cinema independente),
  • 1 mensalidade gratuita do Netflix,
  • e planeio aproveitar a oferta da HBO Portugal, em Abril.

 

Acresce que duas das ofertas não são meses iniciais, mas convites das marcas para voltar a aproveitar uma mensalidade grátis.

 

Em suma, se for aproveitando todas as ofertas, não há motivos para o sentimento de privação, no que respeita a entretenimento.

E ao escolher privar-me, a curto prazo, de alguns produtos, consigo reforçar o meu fundo de emergência, que é um objectivo de longo prazo.

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