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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Para poupar, o importante é não gastar

A propósito das minhas agendas DIY, surgiu uma conversa de bastidores sobre o mercado das agendas e o quanto algumas pessoas gastam com elas. 

Os argumentos são vários em que um se destaca: uma agenda que gostamos irá motivar-nos a utilizá-la e daí colher os benefícios

E se por um lado há alguma verdade nesse argumento, outra se esconde: na maioria das vezes, essa é simplesmente a desculpa que dizemos a nós próprias/os para gastar. Pensem no último objecto que está encostado, sem uso, lá em casa e aposto que se recordam do que utilizaram como justificação para o comprar. 

 

Não existe nada de maravilhoso numa agenda de €30 que não consigam fazer numa de €5 ou num caderno de €3. 

A não ser que tenham forma de aumentar os vossos rendimentos, só conseguem poupar mais se cortarem nas despesas.

Mapa do tempo #1

Há muitos e muitos anos, li um livro sobre gestão do tempo (cujo título esqueci, assim como quem o escreveu) que nos dizia que para qualquer progresso nessa área, devemos começar por fazer um mapa do tempo durante... hmmm... Não me recordo, mas se tivesse de adivinhar, uma semana parece-me adequado. 

Recordo-me que já nessa altura recorri à barra de Bill Westerman:

 

Já em 2014 eu aderi ao seu Getting Sh-t Done:

Criar uma master list de tudo que tem de fazer (sem organização, apenas um despejar para a página de tudo que venha à cabeça) seja pessoal ou trabalho. 

 

Criar uma lista diária com itens a fazer nesse dia. 

Novamente, escrever tudo o que vier à mente, sem organização, seja pessoal ou trabalho. Acrescentar tarefas não concluídas em dias anteriores e algo da master list que possa ser feito nesse dia. 

Prioridades

A partir da lista diária, escolher 3 ou 4 tarefas que sejam prioritárias (assinalar com um ponto na checkbox ou uma estrela ou algo do género). 

Começar pelas prioridades e ir marcando itens concluídos. Quando estes terminarem, repetir a escolha de mais 3 ou 4 tarefas prioritárias e assim, sucessivamente.

 

Como o próprio afirma, por vezes é preciso fazer refazer o processo, até porque há coisas que não sobrevivem ao teste do tempo, que é o mesmo que dizer que não justificam o investimento do nosso tempo.