Nos últimos anos, tenho associado o sentimento de privação à menor frequência com que passei a ir ao cinema, uma despesa que cortei de forma intencional.
Mas a realidade diz-me que é um falso sentimento de privação:
- tenho gravado inúmeros filmes e séries para ver em momentos de lazer, mas ficam por ver porque tenho sempre outra coisa que quero fazer;
- sempre que tenho ido ao cinema, tenho saído irritada com a falta de civismo de terceiros;
- uma ou duas vezes por ano tenho 1 bilhete de oferta do banco; este ano até acabei por oferecer um voucher porque não me apeteceu ir ao cinema;
- quase todos os anos tenho tido ofertas de serviços de cinema, se não são convites da Netflix para voltar, são novos serviços que aparecem (no final de ano foi um mês grátis no filmin.pt, que estou a adorar).
Há sentimentos de privação que, na realidade não são realistas e preciso de lembrar-me que não ir (seja porque motivo for) é uma opção minha e não uma privação. Eu escolhi gastar esse dinheiro noutras coisas.
Como já referi, num futuro próximo estarei livre de televisão paga (cerca de menos €240 anuais de despesa). Por isso, o post "12 formas de ver filmes grátis" (andthenwesaved), veio mesmo a calhar.
Sem prescindir dos links que tenho deixado na coluna da direita ("Cinema em casa"), descobri novas páginas com filmes e documentários gratuitos que funcionam em Portugal:
Para as/os mais românticas/os, recomendo os filmes Lifetime que além de vários clássicos, também possui filmes que adaptam filmes da Nora Roberts, por exemplo.
Um site que é uma espécie de motor de busca de filmes gratuitos (e não só). Por exemplo, podem chegar a uma selecção de filmes gratuitos no YouTube (youtube_free). E assim chegam a filmes como Viola (2013).
Não vão acreditar nos filmes que podem encontrar aqui: de Meet Bill(2013) a Craigslist-Joe (documentário), esta página possui um leque fantástico de filmes e documentários premiados que vale mesmo a pena ver.