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Diário das minhas finanças pessoais

Um diário sobre finanças pessoais, produtividade e a busca pela positividade

Diário das minhas finanças pessoais

Um diário sobre finanças pessoais, produtividade e a busca pela positividade

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29.06.23

Há muito pouco coisa que conseguimos controlar nesta vida. Tudo o que podemos fazer é aceitar o que vier, aprender o que conseguirmos e agarrarmo-nos àquilo que amamos. E mais nada. No fim das contas, a única coisa que podes esperar controlar é tu mesma. Neste preciso momento. O que é simultaneamente um alívio e uma enorme responsabilidade.

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(Também) Sobre os influencers das finanças pessoais

28.02.23

"Adorava estar nos bastidores de um desses espetáculos em que uma pessoa vem ao palco e diz assim: 'Se eu consegui, vocês também conseguem'. gostava só de interromper e dizer: ‘Olá, boa noite a todos, desculpem, é só para dizer que isto é uma falácia, está bem? O facto de uma pessoa ter conseguido não significa que as outras também consigam, porque esta pessoa conseguiu estando rodeada de uma série de circunstâncias que são irrepetíveis, provavelmente teve sorte, nasceu de uma determinada forma, num determinado ambiente. Está bom? Obrigado, boa noite. Até à próxima’. Infelizmente ninguém me deixa fazer isso”, gracejou o humorista.

“Na vida, a gente às vezes quer muito, trabalha muito e mesmo assim fica aquém de conseguir", frisou Ricardo Araújo Pereira.

"Portanto, estar a dizer às pessoas uma coisa dessas, é estarmos a dizer que elas são as culpadas de não conseguirem atingir seja qual for o objetivo a que se propuseram e isso não é exatamente verdadeiro", rematou.

Ricardo Araújo Pereira [MAG Sapo]

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Outras Leituras:

Não confiem o vosso dinheiro a estranhos/as

Como eu conquistei o meu primeiro milhão [Isto é click bait]

 

Foto de Cristina Zaragoza na Unsplash

Riqueza

08.10.20

Partilho uma frase de Morgan Housel, autor, financeiro e antigo colunista do The Wall Street Journal:

 

Riqueza é o que não se vê.

 

Housel queria dizer que a verdadeira riqueza são as poupanças, os investimentos, as contas. "Coisas" que não se vêm, em oposição às jóias, telemóveis, carros, ou outras formas de ostentação que poderão ser apenas isso - ostentação - e não ser verdadeira riqueza financeira.

 

Por isso, continuo a focar-me em "verdadeira" riqueza que se traduza em paz financeira. E certamente que não irei conseguir isso se andar a trocar de carro, portátil ou telemóvel, como vejo as pessoas à minha volta.