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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Riqueza

08.10.20

Partilho uma frase de Morgan Housel, autor, financeiro e antigo colunista do The Wall Street Journal:

 

Riqueza é o que não se vê.

 

Housel queria dizer que a verdadeira riqueza são as poupanças, os investimentos, as contas. "Coisas" que não se vêm, em oposição às jóias, telemóveis, carros, ou outras formas de ostentação que poderão ser apenas isso - ostentação - e não ser verdadeira riqueza financeira.

 

Por isso, continuo a focar-me em "verdadeira" riqueza que se traduza em paz financeira. E certamente que não irei conseguir isso se andar a trocar de carro, portátil ou telemóvel, como vejo as pessoas à minha volta.

Cegueira

23.07.20

A pior cegueira é a mental, que faz com que não reconheçámos o que temos pela frente.

José Saramago, 2009

 

 

Olhe à sua volta e verifique se já eliminou todas as coisas em que desperdiça dinheiro.

João Branco Martins - Dinheiro à vista

...

21.06.20

The Cycle of Improvement:

1. Awareness - identify what you need to improve.

2. Deliberate practice - focus your conscious effort on the specific area you want to improve.

3. Habit - with practice, the effortful becomes automatic.

4. Repeat - begin again.

 

James Clear

Insatisfação

09.10.19

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Porque voava o seu espírito inquieto para esse vazio, como se fosse a única razão que tornava a sua vida completamete feliz? Julgo que sucede o mesmo a todos os homens e mulheres, que chegam à meia idade sem a percepção clara de que a vida nunca pode ser inteiramente feliz. Na vaga tristeza das horas cinzentas, o insatisfeito procura uma causa precisa, e encontra-a na privação de um bem que nunca lhe foi dado a gozar (...)

in Silas Marner, George Eliot (pseudónimo de Mary Ann Evans)

Empatia e generosidade

18.02.19

Se formos pobres, dependemos das boas relações com os amigos e a família, a quem poderemos recorrer para nos ajudarem - por exemplo, para tomarem conta do nosso filho de quatro anos até voltarmos do trabalho. Os que têm poucos recursos e fraca estabilidade "precisam de depender das pessoas", explica Dacher Keltner, psicólogo da Universidade da Califórnia de Berckley.

Assim os pobres são particularmente atentos às outras pessoas e as suas necessidades.

Os ricos, por outro lado, podem comprar a ajuda - pagar a um centro de ocupação de tempos livres ou mesmo a uma ama. Tal significa, defende Keltner, que as pessoas ricas se podem dar ao luxo de prestar menos atenção às necessidades das outras pessoas e, desse modo, de lhes darem menos atenção.

Foco - Daniel Goleman