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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Insatisfação

Descontos, 09.10.19

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Porque voava o seu espírito inquieto para esse vazio, como se fosse a única razão que tornava a sua vida completamete feliz? Julgo que sucede o mesmo a todos os homens e mulheres, que chegam à meia idade sem a percepção clara de que a vida nunca pode ser inteiramente feliz. Na vaga tristeza das horas cinzentas, o insatisfeito procura uma causa precisa, e encontra-a na privação de um bem que nunca lhe foi dado a gozar (...)

in Silas Marner, George Eliot (pseudónimo de Mary Ann Evans)

Empatia e generosidade

Descontos, 18.02.19

Se formos pobres, dependemos das boas relações com os amigos e a família, a quem poderemos recorrer para nos ajudarem - por exemplo, para tomarem conta do nosso filho de quatro anos até voltarmos do trabalho. Os que têm poucos recursos e fraca estabilidade "precisam de depender das pessoas", explica Dacher Keltner, psicólogo da Universidade da Califórnia de Berckley.

Assim os pobres são particularmente atentos às outras pessoas e as suas necessidades.

Os ricos, por outro lado, podem comprar a ajuda - pagar a um centro de ocupação de tempos livres ou mesmo a uma ama. Tal significa, defende Keltner, que as pessoas ricas se podem dar ao luxo de prestar menos atenção às necessidades das outras pessoas e, desse modo, de lhes darem menos atenção.

Foco - Daniel Goleman

É economia, estúpido! - O PIB

Descontos, 08.05.17

O título ilustra uma espécie de estado de espírito (meu), que está a associado à minha consciência da falta de conhecimentos básicos de economia, essenciais para ser uma cidadã informada. 

 

Por isso, sinto um especial deleite quando, leio algo que faz encaixar todas as peças do puzzle:

 

 Uma grande parte do problema que hoje enfrentamos é facto de o nosso sistema económico dominante valorizar o crescimento enquanto objectivo per se, acima de tudo o resto. É por isso que usamos o produto interno bruto, ou PIB, como bitola de sucesso. Contabiliza o sucesso. Contabiliza o valor dos produtos e serviços produzidos num país todos os anos. Mas deixa de fora algumas vertentes da realidade que são verdadeiramente importantes. Para começar o PIB não contabiliza a distribuição desigual e injusta da riqueza nem tem em conta o quão saudáveis, satisfeitas e realizadas as pessoas são.
É por isso que o PIB de um país pode continuar a aumentar a um bom ritmo de 2 a 3 por cento e os rendimentos dos seus trabalhadores não subirem de todo durante esse mesmo período de tempo - a riqueza fica retida num determinado ponto do sistema. 

A História das Coisas - Annie Leonard

 

A título de curiosidade a expressão "É economia, estúpido!" tem uma historia própria, se vos apetecer procrastinar.