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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

31
Out17

A fechar uma fase - 2

Descontos

Situação actual das minhas finanças pessoais:

 

1 - Utilizei o dinheiro de todos os envelopes que tinha: físicos ou digitais (das férias à electricidade, da reforma ao carro).

2 -  Tenho €1000 em certificados de Tesouro, que considero o meu fundo de emergência, embora fosse um valor poupado para a reforma.

3 - Tenho €92 de um cartão presente, que foi convertido em dinheiro por um familiar, que o utilizou por mim.

4 - De Outubro, sobrou a verba de €7.10.

5 - Tenho €5.00 num cartão de crédito recarregável. 

6 - Tenho €32 em vales de desconto para gastar no centro comercial (promoção/reembolso).

7 - Em Novembro, vou pagar €232.46 de seguro automóvel.

8 - Em Novembro TENHO de marcar uma consulta médica, que custará cerca de €80 e que ando a adiar à demasiado tempo. 

9 - Em Novembro deve vir nova conta da electricidade (?).

10 - Tenho acesso a crédito familiar imediato. Aliás, um post destes costuma gerar um email a oferecer-me dinheiro (poupo-te o trabalho: a resposta é não, obrigada).

 

Mais transparente que isto, não me parece que pudesse ser. Poderia despejar em vós as minhas ansiedades, mas isso não serviria a nenhum dos lados.

 

Poderia dizer que começo Novembro do zero. Mas não é verdade.

O que tenho aprendido nos últimos anos é uma ferramenta valiosíssima e confere-me uma paz que não tinha quando comecei.

O apoio familiar é uma bóia de segurança, a que poucos se podem agarrar.

 

Estou a encarar esta nova fase como um jogo. Calhei na casa errada, perdi o dinheiro todo e agora vou novamente para a casa da partida. Aqui vou eu!

31
Out17

A fechar uma fase - 1

Descontos

Hoje faço reset. 

 

Antes de mais uma explicação. As minhas expectativas para o custo das obras de recuperação da minha casa, que fiz este verão, excederam em muito o orçamento que tinha feito.

 

Depois de alguma deliberação, e não sem medos e ansiedades, decidi avançar e fazer uso das minhas poupanças. Afinal de contas, estava a resolver problemas estruturais (como o telhado) e não apenas estéticos. 

 

Depois, comecei a fazer algumas pinturas e estorei por completo os envelopes. Claramente não calculei bem os custos reais, na verdade, só em tintas foi uma pequena fortuna (para o meu bolso). 

 

Debati-me se comprava um escadote grande e fazia eu algumas das coisas, ou pagava a alguém. Confesso que aí o cansaço levou a melhor de mim e optei por pagar a mão-de-obra. Em retrospectiva, foram os melhores €360 que gastei.

 

Ainda tenho algumas coisas para pintar e rematar, mas o material está comprado. Agora, vai ser aos poucos e com alguma dose de experimentação, que implica tempo para testar algumas técnicas.

 

Isto para concluir que, se não vim partilhar o que estava a acontecer, foi porque me senti mais a reagir que a decidir. 

 

Tudo foi mal feito: 

- fiz a obra sem ter alocado verba suficiente para ela (ou melhor, tinha feito isso, mas para um orçamento com valores que depois não consegui concretizar no ano seguinte)*;

- comecei outras obras interiores, que poderiam ter sido adiadas um ano, quando já tinha excedido o orçamento;

- substimei o custo de materiais para pintar algumas divisões e o exterior da casa.

 

Fecho esta fase com a seguinte experiência. Basta uma má decisão para destruir anos de poupança. 

 

* A história não é assim tão simples, há uma série de factores que levaram a que tivesse de avançar com as obras no telhado, mas no final da história, os resultados são os mesmos.

18
Out17

Ainda em obras

Descontos

Uns dias correm melhor que outros, está-se a ver. 

1

O actual pintor é amador (um grande amigo que me faz um enorme favor).

E apesar dos diversos avisos que isto poderia acontecer, porque efectivamente aconteceu noutra divisão com profissionais, acho que ele ficou traumatizado.

 

Só me faltava agora ter de pagar psicólogo ao pintor. E se ele começa a ter pesadelos com tectos a pelar?

31
Ago17

Diário de obras em casa: eu e os esmaltes brancos

Descontos

Eu tenho uma casa em que as madeiras brancas dominam. É assim que gosto dela. Por isso, é de suprema importância a qualidade do esmalte. Num mau esmalte, o branco rapidamente amarelece.

 

Ensinaram-me, recentemente, que teria maiores hipóteses de manter um branco se escolhesse um esmalte sem resinas alquídicas.

 

Só na Robbialac descobri um branco fosco com essas características. Se conhecerem outra marca com as mesmas características (especialmente mais barata), agradeço, porque é uma marca muito cara. 

 

E só hoje, realmente percebi que tinha a prova da diferença. A minha mesinha de cabeceira, pintada há 15 anos retém o branco, enquanto a cabeceira da minha cama, pintada há apenas 3, está amarelada.

 

Não sei se conseguem perceber a diferença pela foto, mas asseguro-vos que ao vivo é mesmo muito evidente. Não usei flash.

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