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Diário das minhas finanças pessoais

Isto é mesmo um diário, mas também um bloco de notas e talvez um caderno de ideias (umas melhores que outras)

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Um Natal mais frugal #2 - Eu e o meu irmão tivemos uma conversinha

FINALMENTE e depois de anos de tentativas, eu e o meu irmão chegamos a um entendimento. Acabou-se a troca de prendas entre nós.

 

De todas as pessoas, era sempre quem me causava mais stress porque nunca sabia o que lhe dar. É demasiado geek para eu arriscar tecnologia e não gosta de ler (o que me leva a suspeitar que possa ter sido adoptado). 

 

A situação chegou ao ridículo de oferecermos, um ao outro, cartões presente do mesmo centro comercial. 

 

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[Desesperado] Pediu-me para não dar à filha brinquedos que façam barulho. :) 

[Se te portares mal...] Eu prometi que só comprava um livro.

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A única concessão foi dar-lhe um link do OLX, para um livro usado que eu queria, para a minha sobrinha me oferecer.

 

E a lista fica cada vez mais pequena :)

2 comentários

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    Descontos 24.11.2017 14:56

    Li "conflitos" e passou-me na cabeça uma imagem da Raquel a levar com uma meia de natal na cabeça. Juro que não foi intencional. :)
    [Acabo de comer uma rabanada de forno, com uma bela dose de calda doce, pelo que estou muito bem disposta.]

    Tem toda a razão, Raquel. Alargamos o Natal, em boa medida, reduziu-se à "troca toma lá, dá cá" de presentes. É uma pena.

    Eu vejo as coisas nesta perspectiva: muitos de nós vive como muito poucos rendimentos. Por isso, há despesas (algumas até necessidades, como roupa), que são verdadeiros luxos.

    No meu exemplo com o meu irmão, acabamos com os presentes entre nós, mas queremos manter os presentes da pequenada. O que eu escolhi (abaixo do €10 e usado, porque quero reduzir a minha pegada ambiental) é para a minha sobrinha me oferecer. Não é uma necessidade, é precisamente algo que não compraria - porque tenho 400 livros em casa e 3 cartões de bibliotecas municipais e não era possível justificar-me essa compra, mas que adoraria receber.

    Prometo que, quando abrir o presente dela, foi fazer uma representação perfeita de alguém surpreso porque "era exactamente isso que eu queria". Digna de um Óscar.

    Mas a surpresa não tem de ser completamente excluída. Podemos dizer que "estou a precisar disto" ou "gostaria de ter uma coisa" mas haver margem suficiente para a outra pessoa escolher algo personalizado.

    Mas é uma questão de gosto pessoal. Há quem goste e há quem não goste. E se não fosse o gosto, que seria do amarelo? :)
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